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Educação financeira: o caminho para a sua independência

Descrição

Entre na lista de espera da próxima turma do Curso Inteligência Financeira 2.0 e seja avisado em primeira mão quando novas vagas forem abertas → https://if.gustavocerbasi.com.br/if20/lista-espera/ A educação financeira é a chave para se livrar das dívidas. Assista ao vídeo e descubra porquê! Sabia que 41% da população se endivida com frequência? Para se livrar do aperto e conquistar a independência financeira, educar-se na forma como usa o dinheiro é fundamental. Você que me segue nas redes ou é aluno de um dos meus cursos, Inteligência Financeira ou Equilíbrio Financeiro, já percebeu que a educação financeira tem muito mais a ver com aprender a fazer boas escolhas do que com fazer contas. Trata-se de entender a lógica por trás das nossas escolhas financeiras. Quer saber mais? Assista! • Siga-me nas redes sociais e canais de podcast: » Facebook: https://fb.me/GustavoCerbasiOficial » Instagram: https://www.instagram.com/gustavocerbasi » Spotify: http://cerbasi.site/spotify » Apple Podcasts: http://cerbasi.site/applepodcasts » TikTok: https://tiktok.com/@gustavocerbasi

Transcrição completa

Gustavo Serbase com mais um drops de inteligência financeira.

Hoje, para fazer uma reflexão sobre educação financeira no Brasil, uma disciplina que tem ganho força, mas que ainda precisa de ajustes para verdadeiramente transformar a vida da população.

Não há como negar, a educação financeira passa hoje pelo seu melhor momento no Brasil, e eu sinto-me muito feliz por fazer parte desta conquista num país onde 41% da população adulta ainda vive com endividamento crónico, de acordo com os levantamentos mais recentes.

Quando escrevi o meu primeiro livro, Dinheiro, os segredos de quem tem, em 2002, a educação financeira simplesmente não existia no Brasil.

As dezenas ou até centenas de canais que hoje segue no YouTube, consequência do interesse cada vez maior dos brasileiros sobre o assunto, não eram sequer imaginados.

De lá para cá, a mobilização da sociedade civil e de governos levou ao surgimento de inúmeras iniciativas voltadas a mudar a realidade financeira do brasileiro. Foi dessa mobilização que nasceu, por exemplo, a Estratégia Nacional de Educação Financeira, a ENEF, que passou a incluir a educação financeira no currículo escolar.

Uma vitória e tanto, ainda mais quando comparada à situação que tínhamos aqui no início do século.

Mas eu considero esta vitória ainda parcial, com um longo caminho para melhorias. Você que me segue nas redes ou é aluno de um dos meus cursos, Inteligência Financeira ou Equilíbrio Financeiro, já percebeu que a boa educação financeira tem muito mais a ver com aprender a fazer boas escolhas,

do que com aprender a fazer contas. É muito mais uma educação pautada em questionamentos filosóficos, como por que escolhemos e como escolhemos, e em ferramentas multidisciplinares, do que uma educação focada em ensinar finanças ou matemática.

Mas, infelizmente, muitos educadores ainda não se deram conta disso. A maioria das metodologias adotadas hoje no currículo escolar tratam de ensinar crianças a fazer contas e somar valores para projetarem em quanto tempo se tornarão milionárias ou algo do género. E num país onde a ganância e a corrupção costumam prevalecer, não vejo esse caminho como certo a seguir.

Digamos, por exemplo, que os seus filhos vão à gôndola de iogurtes no supermercado. Como fazer a melhor escolha entre um iogurte de 2 reais e outro de 2,50 reais? É apenas uma questão de preço ou essa escolha também deve ser pautada na avaliação do produto com maior valor nutricional, mais qualidade, que faça mais bem à saúde?

Um dos aspetos fundamentais da educação financeira é ensinar que existem diferenças significativas entre produtos semelhantes, a forma de os produzir, a sua qualidade ao aproveitá-los, a forma de descarte de embalagens, o impacto de cada um na nossa saúde, entre outros aspetos. Por isso, a aprendizagem deve ter como foco gerar grandes transformações de forma pragmática e útil,

de maneira que possa ser aplicado com inteligência no dia a dia. Por exemplo, por que duas pessoas que trabalham as mesmas 8 horas por dia têm salários completamente discrepantes? É tudo uma questão de sorte ou isso tem mais a ver com a diferença que as duas têm de conhecimento, experiência, exclusividade e preparação para oportunidades? Inteligência financeira é isso: saber fazer escolhas inteligentes e que produzam efeitos positivos por mais tempo, com base filosófica, autoconhecimento e entendimento da sociedade.

Claro que as falhas de metodologia não invalidam a nossa incipiente educação financeira. Sem dúvida, ajustes são necessários, mas a própria inserção da consciência financeira nas crianças já tem gerado grandes resultados e também um saudável debate.

Estudos do Banco Mundial comprovam que a educação financeira, como tem sido ensinada nas escolas brasileiras, já transforma muitas vidas. Isso porque, conscientes da importância dos cuidados com as finanças, as crianças passaram a provocar os seus pais para refletirem de maneira mais responsável sobre os gastos. Isso ajuda a melhorar a condição financeira da família, ao mesmo tempo em que prepara o terreno para que essas crianças e jovens tenham uma vida adulta com escolhas mais inteligentes e equilibradas.

A transformação da nossa sociedade começa pela base, e é isso que nos ajudará a romper com a realidade financeira atual e construir mudanças para a tornar cada vez mais justa e menos desigual. Educação financeira, não tenho dúvidas, é o caminho certo para melhorar a sociedade.

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Grande abraço e até o próximo vídeo.

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