TDAH: tudo o que você precisa saber
Descrição
O que não falta nas redes sociais são vídeos que te ajudam a fazer o autodiagnóstico de #TDAH . Mas será que esses vídeos são confiáveis? Será que são suficientes para um #diagnóstico? Como é um #tratamento para o TDAH? Contamos-te tudo neste vídeo. Vídeo sobre neurodivergência: https://youtu.be/1XvCL-Lc-hk?si=jM_boTgLz-nEpZbm Vídeo sobre vício em açúcar (explicações sobre dopamina): https://youtu.be/7kUHEgq-3bU?si=fTL2YfLyW7XKA0_0 Argumento base: Letícia Pichinin e Rafael Daltro Argumento final: Laura Marise Produção: Ana Bonassa Edição: Laís Maurelli Design da miniatura: Andre Charneski Referências American Psychiatric Association (2022). Diagnostic and statistical manual of mental disorders (DSM - 5th ed., text rev.). https://doi.org/10.1176/appi.books.9780890425787 Caye A, et al. Treatment strategies for ADHD: an evidence-based guide to select optimal treatment. Mol Psychiatry. 2019 Mar;24(3):390-408. doi: 10.1038/s41380-018-0116-3. Fuentes, Daniel, et al. Neuropsicologia: Teoria e Prática. Artmed Editora, 2014. Justino, L. Z., & Bolsoni-Silva, A. T. (2022). Crianças com TDAH e problemas comportamentais na interação com mães e professores. Perspectivas em Análise do Comportamento, 13(2), 013-030. Klein MO, et al. Dopamine: Functions, Signaling, and Association with Neurological Diseases. Cell Mol Neurobiol. 2019 Jan;39(1):31-59. doi: 10.1007/s10571-018-0632-3. Shaw P, et al. Development of cortical surface area and gyrification in attention-deficit/hyperactivity disorder. Biol Psychiatry. 2012 Aug 1;72(3):191-7. doi: 10.1016/j.biopsych.2012.01.031. Thapar A, Cooper M. Attention deficit hyperactivity disorder. Lancet. 2016 Mar 19;387(10024):1240-50. doi: 10.1016/S0140-6736(15)00238-X. Vitola, Eduardo Schneider. Transtornos externalizantes em adultos com TDAH. Dissertação de mestrado - USP, 2011. Acompanha o NV1C nas redes: instagram.com/nuncavi1cientista tiktok.com/@nuncavi1cientista twitter.com/_NV1C Livro Super-Heróis da Ciência: https://amzn.to/3qZRtxm Apoia este canal! programa de membros: https://bit.ly/3zwlny9 chave Pix: nuncavi1cientista@gmail.com Queres mandar coisas para nós? Caixa postal: 77785 CEP: 05593-970 Este canal faz parte do Science Vlogs Brasil, um selo de qualidade colaborativo que reúne divulgadores de ciência confiáveis do YouTube Brasil. Conhece todos os canais #SVBR em youtube.com/sciencevlogsbrasil #svbroficial #sciencevlogsbrasil #sciencevlogs Investigations e Hackbeat de Kevin MacLeod está licenciada de acordo com a licença Atribuição 4.0 da Creative Commons. https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/ Fonte: http://incompetech.com/music/royalty-free/index.html?isrc=USUAN1100646 Fonte: http://incompetech.com/music/royalty-free/index.html?isrc=USUAN1100805 Artista: http://incompetech.com/
Transcrição completa
📺 Ver na TV VintageSe pesquisar TDAH nas redes sociais, vai encontrar conteúdo como este aqui.
Que fala sobre o que é o TDAH, faz testes para descobrir se tem TDAH, ou até lista os sintomas que as pessoas com TDAH têm, e também que muitas pessoas sem TDAH podem ter.
É, é isso mesmo.
E este estudo avaliou os 100 vídeos mais populares do TikTok sobre TDAH e categorizou o conteúdo dos vídeos em três categorias: Erróneo, Experiência pessoal e Útil. E os pesquisadores concluíram que 52% dos vídeos eram erróneos.
27% abordavam experiências pessoais e apenas 21% dos vídeos eram úteis. E para piorar, desses 100 vídeos, apenas 11 tinham sido publicados por profissionais de saúde.
Ah, meu Deus.
Então, chamámos um psicólogo e uma neurocientista para vos contar tudo o que alguém precisa de saber sobre TDAH. Sim, gente, depois de um ano, a sequência sobre neurodivergência finalmente saiu.
Bem, o TDAH, o Transtorno do Défice de Atenção e Hiperatividade, é um transtorno neurológico que pode afetar pessoas de todas as idades, mas costuma ser mais comum em crianças e adolescentes. Costuma aparecer, ser diagnosticado em crianças e adolescentes, e a pessoa vai tratar isso, não é?
O TDAH pode afetar a capacidade da pessoa de prestar atenção e seguir regras sociais, e controlar impulsos, o que pode resultar em comportamentos inadequados, digamos assim. E por isso, esta condição acaba por gerar diversos prejuízos para a pessoa.
Que vão desde problemas académicos e profissionais até complicações em relações afetivas. Alguns dos sinais mais comuns que podem indicar TDAH incluem:
Primeiro, dificuldade em manter a atenção em tarefas ou atividades, especificamente aquelas que não são interessantes ou até mesmo desafiadoras.
Segundo, impulsividade, agindo sem pensar nas consequências, interrompendo os outros, ou respondendo a perguntas antes de ouvir a pergunta completa, por exemplo.
Terceiro, hiperatividade, a incapacidade de ficar quieto, ficar parado, mesmo quando é necessário, por exemplo, durante as aulas, numa sala de aula.
Quarto, problemas para organizar tarefas ou atividades, como esquecer prazos, perder coisas com frequência, ter dificuldade em completar projetos.
Quinto, cometer erros por descuido, como erros em tarefas escolares ou no trabalho, ou ter dificuldade em seguir instruções.
E sexto, dificuldade em se envolver em atividades tranquilas ou relaxantes, como ler ou assistir a um filme, por exemplo.
E aí, minha gente, caso tenha gabaritado aí e se identificado com tudo isso, em vez de colocar #neurodivergente nas redes sociais, procure um neurologista, um psicólogo.
Vai fazer uma avaliação com um profissional, não fica dando atenção, se autodiagnosticando aí por vídeo, está bem? Hum?
O TDAH é dividido em três subgrupos, de acordo com a prevalência dos principais sintomas que a pessoa tem. Então, pode ser um quadro predominantemente desatento.
Predominantemente hiperativo ou um combinado desses dois, está? Então, são três, três subtipos.
E geralmente a pessoa tem outros transtornos, como, por exemplo, o transtorno de ansiedade, transtorno de humor, transtorno de conduta.
Ou até de aprendizagem. O TDAH é frequentemente diagnosticado na infância, como já falei, e aí quando a criança costuma apresentar esses problemas na escola e nos relacionamentos.
E as principais manifestações do TDAH na criança incluem agressividade, dificuldade em seguir as regras, comportamento externalizado.
Como, por exemplo, agitação, falar muito, interromper os outros, e dificuldade para acompanhar o conteúdo da escola, não é?
E aí, em pessoas adultas, algumas das principais manifestações envolvem esquecimento, distraibilidade.
Legal...
E desorganização, de um jeito que compromete a funcionalidade da pessoa e os relacionamentos dela. E aí, minha gente, estou de olho em você tentando justificar a bagunça aí na sua casa com TDAH.
Estou de olho. É comum também que pessoas com TDAH tenham algumas falhas de habilidade motora fina, que são habilidades manuais.
Tipo, usar tesoura, abotoar uma camisa, desenhar, e também de habilidades motoras mais grossas, como correr, chutar, pular e praticar desportos em geral.
E isso acontece em diferentes graus, não é? Desde a infância. Isso pode fazer, por exemplo, com que a criança tenha dificuldades em andar de bicicleta.
De se vestir, ou amarrar um atacador, e também pode fazer com que ela tenha uma caligrafia ruim, ou que tenha um baixo desempenho nas atividades de educação física.
Ok, isso aqui me descreveu um pouquinho. Mas não se autodiagnostique por vídeo. Olhe, estou de olho em você.
E aí, como eu falei, tem os subgrupos, né? Todo subgrupo de TDAH tem um desempenho significativamente menor, né, pior do que o grupo controlo nos testes de coordenação motora.
E os subtipos combinado e o desatento, eles têm um desempenho pior nessas habilidades que o subtipo hiperativo. Então, o hiperativo ele tem uma, um desempenho motor um pouquinho melhor do que os outros dois subtipos.
Ainda não sabemos exatamente por que o TDAH vem junto com essas falhas de coordenação motora.
É um mistério.
Mais uma possível explicação pode estar relacionada com um comprometimento na coordenação entre os olhos e as mãos.
Mas ainda também, né, ainda não sabe ao certo por que isso acontece. Tá? Mas e o cérebro?
Então, a causa do TDAH no cérebro é um negócio complexo e tem contribuição de fatores genéticos e condições ambientais.
Estudos com gémeos mostraram uma influência bem forte de fatores genéticos no desenvolvimento do TDAH, com centenas de genes diferentes ligados ao transtorno.
Sendo a maior parte deles envolvida no processo de criação e crescimento de neurónios, e outros também relacionados à produção de neurotransmissores, que são as moléculas de comunicação entre os neurónios.
Deveriam.
E aí, na prática do funcionamento do cérebro, o que parece acontecer é uma função menor dos neurónios movidos à dopamina, né, que se comunicam com dopamina.
E se assistiu a este vídeo aqui, você sabe que a dopamina, ela não é um sinónimo de prazer, porque ela tem várias funções, incluindo habilidades motoras e atenção.
E aí eu disse que isso parece acontecer porque ainda não sabemos, não conhecemos o mecanismo exato, como, como o rolê acontece, tá?
E além dessa questão dos neurotransmissores, parece que existe também uma alteração estrutural no cérebro mesmo assim, sabe?
Que dá para ver com exame de imagem, mostrando até um atraso na maturação de algumas regiões do cérebro. Tem também uma alteração de atividade do cérebro.
Os padrões de um eletroencefalograma, meio que mede a transmissão dos sinais entre os neurónios, de pessoas com TDAH são diferentes dos que vemos em pessoas neurotípicas.
Mais especificamente, quando elas estão a fazer alguma atividade simples, como, por exemplo, a jogar videojogo. Então, são padrões diferentes.
Mesmo com todas essas coisas a acontecer no cérebro, a manifestação do TDAH, ou seja, o aparecimento dos sintomas, também está associada à presença de fatores ambientais.
Então, é sempre um, um conjunto do genético e do ambiental. Esses fatores, né, do ambiente, pode ser até antes do nascimento da pessoa, né?
Por exemplo, com exposição do feto ao cigarro, álcool, drogas de abuso, ou toxinas do ambiente, complicações na gestação ou no parto e também complicações depois do nascimento.
E até um ambiente familiar caótico, que envolva abusos, negligência, por exemplo, isso tudo pode estar relacionado ao ambiente que vai favorecer ou não o surgimento dos sintomas do TDAH.
Então, deu para entender que é algo complexo, né? É por isso que se eu vir alguém aqui nos comentários a se autodiagnosticar.
Eu vou mandar um jovem místico te apoquentar, querendo te curar com limão e gratidão. E ainda vou chamar a Laura para te atirar o sapato.
Vocês me compreendem? Repete comigo: diagnóstico de TDAH não é para o TikTok, nem por qualquer outro conteúdo de rede social, inclusive este aqui, está bem?
De acordo com o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, o DSM-5, o diagnóstico é EXCLUSIVAMENTE comportamental.
Ou seja, o profissional habilitado vai observar a relação da pessoa com o ambiente em que ela vive, juntando tudo isso com os sinais que ela apresenta.
O quanto a vida escolar ou o trabalho ou isso social está afetada, se o comportamento está presente em mais de um ambiente, quando os sintomas começaram.
E é desse jeito porque não tem um exame clínico, não tem um marcador biológico para medirmos, para dar esse diagnóstico. Não dá para fazer um exame de sangue, por exemplo.
Ou uma ressonância magnética para ver se tem TDAH ou não. E um dos principais impactos do TDAH costuma ser na escola.
A desatenção, a impulsividade, contribuem para que a criança tenha dificuldade para se inserir socialmente na escola e acompanhar o conteúdo.
E a falta de conhecimento sobre o TDAH nas escolas e também na, na, no âmbito familiar, né, nas famílias, também é um fator que dificulta a intervenção eficaz logo no começo.
Mas o excesso de conhecimento também sem uma base profissional envolvida também pode fazer um efeito inverso, achar que toda criança agitada ou desatenta tem TDAH.
Né, que não é o caso. Ele xinga, ele bate, ele agride. E aí, por mais que o desenvolvimento socioemocional seja mais difícil.
Se a criança receber o apoio, os recursos necessários, principalmente na escola, ela pode criar as habilidades que são um pouquinho menores nela.
E por isso que é importante usar o que soubermos sobre as especificidades da criança para favorecer a interação dela com o ambiente e também com as outras crianças.
E existe também uma associação entre TDAH e a dificuldade de desenvolver habilidades sociais, que são habilidades necessárias para nos comunicarmos e interagirmos com as outras pessoas.
Coisas como ouvir com atenção, expressar as emoções daquilo que está a ouvir, resolver conflitos, compreender e seguir regras sociais.
Então, as pessoas com TDAH, elas podem ter dificuldade em aprender e usar essas habilidades pela impulsividade, ou pela dificuldade de concentração.
Mas nem todas as pessoas com TDAH têm problemas sociais ou de relacionamento, né? E nem todas as pessoas com esses problemas têm TDAH.
Acho que já deu, já ficou claro já isso aqui neste vídeo, né? Nem todo mundo que tem esse rolê é TDAH mesmo, se é diagnosticado, tá?
Obrigado.
E acho que deu para entender que o negócio, ele é complexo demais para um vídeo de dois minutos, é, de uma ilusão de ótica para te dar um diagnóstico de TDAH, né?
Então, TDAH não é signo que você se identifica com o que você convém, né? Não é porque você tem dificuldades em lembrar datas, ou sua mesa de trabalho é desorganizada, que você tem TDAH, tá?
Os problemas de atenção e de ser uma pessoa distraída, hoje em dia são muito comuns e também por vários motivos, né?
A nossa sociedade hoje está imersa em uma gama muito grande de estímulos, então, essas, essas coisas são comuns. A diferença é que a pessoa neurotípica, ela consegue desenvolver habilidades de organização.
De melhor gerenciamento do tempo, ou melhorar a capacidade de concentração, mas as pessoas que têm TDAH enfrentam um monte de desafios, obstáculos para conseguir desenvolver essas mesmas habilidades.
Então, dito isso, vamos para o tratamento. Como é que é o tratamento?
O tratamento do TDAH envolve uma abordagem multidisciplinar e individualizada. Hã? Olha aí outra razão para que você não pode acreditar em post qualquer por aí em rede social.
O tratamento de uma pessoa não é igual ao tratamento de outra. E o tratamento, inclusive, ele combina terapias comportamental e pode combinar até medicação, se for necessário.
Então, as terapias elas podem envolver a psicoterapia, elas podem ser focadas nas comportamentais, cognitivas, ou contextuais, também terapia ocupacional, terapias em grupo.
E outra que for necessária, né? Que é um negócio mais individualizado, né? Essas intervenções podem ajudar o desenvolvimento de habilidades e estratégias para a pessoa lidar com os sintomas e limitações.
Para melhorar o desempenho nas atividades diárias e para reduzir o impacto negativo do transtorno na vida da pessoa. E aí eu quero deixar claro aqui que essas terapias não são para a pessoa com TDAH se moldar ao mundo neurotípico, né?
Para se poder encaixar. São para desenvolver habilidades que deixam a vida, a rotina delas menos conturbada, com menos obstáculos para fazer as coisas que elas precisam.
Então, dependendo do grau do transtorno, a criança pode ter dificuldade para se vestir, ela pode se isolar na escola, pode atrasar muito o desenvolvimento físico.
Na vida adulta, pode perder compromissos importantes, não conseguir se manter nos empregos, ter problema com a alimentação porque não consegue gerenciar as refeições, o tempo para fazer as refeições, ter dificuldade em manter amizades e namoros.
Então, imagina o impacto negativo que isso traz para alguém. Então, não é para se moldar ao mundo, é para desenvolver habilidades com as ferramentas que ela tem, né?
Então, eu tenho esses, esses, essas ferramentas aqui, eu tenho essas falhas aqui, eu vou trabalhar isso aqui para fazer as coisas que eu preciso fazer, é basicamente isso.
E além das habilidades sociais, as terapias elas podem ajudar a pessoa com TDAH a desenvolver habilidades académicas, né?
Criando estratégia ali para estudar, aprender sobre gerenciar, gerenciamento de tempo e organização de rotina. E isso pode acontecer trabalhando um melhor manejo das distrações.
Com técnicas para aprimorar a capacidade de atenção e foco, técnicas de concentração e técnicas de atenção plena. Então, tudo um monte de ferramenta aí que um profissional habilitado vai usar com a pessoa, né?
Dependendo do contexto dela, dependendo dos sintomas dela. Então, aprimorar as habilidades de autoconhecimento e de planeamento de tarefas acaba trazendo mais confiança e eficiência para a pessoa ter uma rotina diária mais independente.
E isso melhora até a autoestima e diminui a chance de surgirem outras questões de saúde, ligadas ao stress, por exemplo, enfim.
Para aquelas pessoas com TDAH que têm dificuldade para regular as emoções e seus níveis de atividade, as terapias podem ensinar a pessoa a reconhecer as emoções.
A se relacionar melhor com elas, pode incluir exercícios respiratórios, técnicas de relaxamento para ajudar a pessoa a conseguir se auto acalmar quando ela estiver sentindo ali hiperativa ou impulsiva.
E por fim, se for necessário, para o quadro da pessoa, lembra que é um negócio individualizado, de pessoa para pessoa, essa pessoa ela pode receber uma medicação que vai ajudar, né?
Ela vai atuar ali no cérebro, melhorar a atividade do, do cérebro que está faltando ali, né? Melhorar a função que está em falta. Basicamente isso.
Vou ter que fazer três terapias, tomar cinco caixas de remédio. E aí eu vou repetir aqui que o tratamento do TDAH deve ser individualizado e adaptado às necessidades específicas de cada pessoa.
A avaliação tem que ser feita por profissionais, o tratamento tem que envolver uma equipa multidisciplinar, com profissionais da medicina, né?
Caso precise tomar remédio, da psicologia, da terapia ocupacional, e de outras áreas que forem necessárias, né? Lembra que eu falei que cada caso é um caso, então, se precisar de mais gente aí nesse rolê, é, preciso de mais gente nesse rolê, é isso.
E claro, crescer e viver com TDAH pode ser muito mais leve quando a pessoa está num ambiente que não julga, mas acolhe. Isso é muito importante.
Então, seja um ambiente acolhedor, não aquele ambiente que aponta os dedos, tá? E eu só queria dizer que esse roteiro lindo foi feito pelo psicólogo Rafael Daltro e a neurocientista Letícia Pichinin.
E eu espero que vocês tenham gostado. Eu nem vou pedir para vocês darem like, porque eu sei que ninguém dá. Eu já, já só aceitei isso daí. Já sei, já estou acostumada.
Mas se puder mandar esse vídeo para as pessoas, eu ficaria grata, né? Eternamente grata. E se alguém mandou esse vídeo para você e você chegou aqui agora, se inscreve, bem. Se inscreve e deixa o seu cocó bonito. Se inscreve para ver algum cocó bonito, tá bom?
É isso. Um beijo e tchau. E também, e quinto, acho que é o quinto, né? É quinto. Dificuldade de seguir, seguir. Porquê? Porquê? Porquê? Porquê?
Esquecimento, se vestir ou amarrar um atacador, atacador. Isso pode fazer, por exemplo, para o, e agora foi.
Não consegue, né?
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