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editorial noturno

A Verdadeira História dos Viquingues: Navegação, Conquistas e Mitologia

Descrição

¿Creías que Cristóbal Colón fue el primero en llegar a América o que los vikingos usaban cascos con cuernos? Piénsalo dos veces. Descubre la verdadera historia, los brutales castigos y los misterios que hicieron a los nórdicos los guerreros más temidos y fascinantes del mundo. En este viaje histórico, desmentimos los grandes mitos sobre la cultura vikinga y exploramos su increíble legado de supervivencia y conquista. Aprenderás cómo exploradores extraordinarios como Erik el Rojo y Leif Erikson llegaron al continente americano siglos antes del año 1000, y analizaremos la intrigante teoría de que civilizaciones como los aztecas pudieron confundirlos con "dioses blancos" como Quetzalcóatl. Profundizaremos en la avanzada tecnología naval de los barcos Drakkar y cómo utilizaban la enigmática piedra solar para navegar entre la espesa bruma del Mar del Norte. Además, reviviremos las épicas hazañas de figuras legendarias como Ragnar Lothbrok y Guillermo el Conquistador, la profunda mitología de Odín y Thor en el Valhalla, y la cruda realidad del terrorífico castigo del "Águila de Sangre". Suscríbete al canal aquí de Néstor Armando Alzate: https://bit.ly/nestor-armando-alzate #NestorArmandoAlzate #EnigmasDelMundo #NocheBuenosDías #ElBúho #Vikingos #Historia #MitologiaNordica #RagnarLothbrok #MisteriosHistoricos #noruega #haaland #erlinghaaland #nórdico

Transcrição completa

Meus amigos, bem-vindos a bordo desta viagem de histórias.

E hoje vamos fazer uma travessia.

Ao longo de uma cultura que é, eu creio, das mais resilientes.

Das mais versáteis e mais adaptáveis.

De navegadores extraordinários e de guerreiros ferozes.

Mas, bem, disto falaremos depois de vos convidar para que partilhem e comentem estes conteúdos com os vossos amigos, à volta de uma boa chávena de café.

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Dizia eu que esta é uma daquelas culturas que é subjugante e que teve uma enorme influência também no desenvolvimento de grande parte da Europa.

Nestes dias de Mundial, tornou-se moda o facto de os noruegueses, quando obtêm uma vitória, imediatamente uma das, digamos, coreografias dos adeptos,

é o gesto de remar ao som de dois golpes de tambor.

E ao mesmo tempo, lançam um grito como de batalha.

E acontece que esta característica deles, embora não seja nova, foi determinante na época em que eles se fizeram ao mar, como diriam os entendidos, fizeram-se ao mar, saíram a navegar.

Emplazados num território hostil do ponto de vista climático, de uma geografia muito particular e muito difícil, com umas falésias e uns fiordes impressionantes.

durante o inverno, mas que no verão tinham de trazer de outros sítios.

além do que eles produziam.

Pois bem, acontece que por volta do ano 982, mais ou menos.

um grande explorador que foi Eric, o Vermelho.

Tinha tido problemas com o seu povo na Islândia.

e teve de ser o que chamam de exilado, ou seja, foi expulso da comunidade.

porque a sua família era muito belicosa, o seu pai também tinha sido julgado por vários homicídios ocorridos em disputas por terras.

E, obviamente, este rapaz, Eric, o Vermelho, não estava isento dessa agressividade.

e também o expulsaram.

Então, ele teve de ir embora.

Embarcou no seu navio; os navios dos vikings são vários, de vários tipos, mas o mais reconhecido é o Drakkar.

O Drakkar, que é um navio com cerca de 20 a 25 metros de comprimento e entre 3 e 5 metros de boca, ou seja, de largura.

Portanto, tinham de ser, evidentemente, desconfortáveis.

para albergar uma tripulação capaz de navegar.

vikings, embora se saiba que continuaram a chegar porque

era muito difícil que outro povo o pudesse fazer, dado que estes eram uns navegadores experientes.

que, como eu dizia, tinham vários tipos de barcos, o drakkar, que se chamava assim, é barco dragão.

e que, obviamente, na sua proa tinha, eh, na cabeça da proa tinha as figuras de dragões e animais, eh, que que intimidavam e era isso que eles tentavam.

intimidar aqueles que encontravam, amigos ou inimigos, em todo o caso, para que lhes tivessem respeito.

Havia outros barcos que era o knarr, era um barco mais curto e largo, de maior calado, como eh, arredondado.

e este barco era mais utilizado para a carga.

Havia outro que era o karve, um pouco mais pequeno, de menor calado, mas de muita leveza.

e que podia atacar com com muito sucesso e escapar rapidamente.

E havia outro que era o snekker ou snekke, que eram pequenos, rápidos e eram utilizados para ataques relâmpago e voltavam a desaparecer.

Ora, naturalmente que estes barcos precisavam, numa época em que havia velas, claro que sim.

Mas as velas não garantiam que pudessem deslocar-se à velocidade que eles queriam.

Portanto, a tradição, desde os desde os egípcios, desde os fenícios, eram os barcos movidos a remo.

As trirremes, que eram três filas de remadores, as quadrirremes, que eram quatro.

entre os romanos, usaram-no os gregos e muitos e muitos outros povos.

E eles, obviamente, para poder sincronizar todos os remadores, tinham que eh dar-lhes uma indicação para que o movimento fosse fosse sincronizado.

Daí que o tambor, duas batidas de tambor e então puxavam o remo.

Lembremo-nos que há duas formas de navegar, pois que dizem que essas trirremes não tinham ou esses barcos a remo não tinham marcha-atrás, claro que sim.

Uma coisa é eh manobrar o remo no que se chama eh toar.

Toar é que o remo sulque a água, levantando-o para a frente e então, ao remar, o barco avança.

E a outra modalidade é quando têm de fazer outras manobras, que é ciar.

Quando o remo é enviado para trás e empurrado para a frente para poder recuar com o barco.

Pois eles manobravam isso de uma forma extraordinária.

E em todas estava sempre presente esse bendito tambor que talvez o mais popular fosse o bodhrán, que inclusive se tornou muito mais popular na Escócia, por lá pela Inglaterra, mas todos o usavam.

O certo então é que Leif Erikson, eh, Eric, o Vermelho, e tantos outros navegadores vieram para a América, estabeleceram-se e impuseram o seu critério.

Mas se isto foi lá, daí surgiu uma lenda segundo a qual eles chegaram à América, mas não ficaram no norte, mas sim começaram a descer.

Pelo menos várias avançadas deles, embora não exista evidência histórica, há uma tradição que fala de como eles começaram a descer por todos os Estados Unidos e puderam ter chegado ao México.

E isso explicaria por que os astecas, embora não exista evidência histórica que seja suficientemente credível, pois como ou verificável.

E então lembrar-se-ão que os astecas quando chegaram

os espanhóis.

Supõe-se que os astecas estavam a cumprir um ciclo, astecas e maias, estavam a cumprir um ciclo.

e esperava-se que lhes regressassem uns deuses quando vieram, pois, aqui os espanhóis.

Uns deuses brancos, de olhos azuis e barbudos.

Há muitas, há muitas teorias.

Entre elas, Mauricio Obregón, num livro maravilhoso que se chama 'Colombo Chegou Depois'.

e outros tantos em que falam de como, e em vários livros também, que se referem a templários.

De como eles desceram e foram, de alguma forma, agentes civilizadores.

Não os coloquemos em termos de deuses.

Embora, obviamente, pela sua presença em contraste com o fenótipo que os astecas tinham, era apenas compreensível que eles acreditassem que eram seres divinos.

Máxime se tivessem a barba como Eric, o Vermelho, a quem chamavam Eric, o Vermelho, era porque era ruivo e a sua barba era vermelha.

E o seu filho Leif Erikson também, e essa é uma característica dos escandinavos.

Que são muito loiros e alguns muito ruivos.

Então, diz-se que foram eles que tinham vindo muito antes, que os astecas os tomaram como deuses e esperavam o seu regresso.

Mas alguns aventuram a teoria de que não só foi isso, mas que inclusive desceram até terras incas.

E que Viracocha, ah, aí o famoso deus chorão da da porta de Tiahuanaco, que aparece com barba.

Mas há muitos historiadores que dizem, não, isso não faz sentido.

Não faz sentido porque aqueles deuses míticos dos astecas e dos maias.

Ou seja, Kukulkán, a serpente emplumada e Quetzalcóatl, que é o equivalente também desse Kukulkán, outra serpente.

Eram seres de características ou de presença monstruosa.

Eram, em princípio, então, eram caracterizados como serpentes e com cabeças de.

Ou pelo menos não humanos.

Difíceis de entender que pudessem eles ser aqueles deuses que idealizavam justamente estes povos.

Portanto, se se supõe que estavam à espera daqueles deuses loiros, alguns afirmam que foi mais uma criação dos dos conquistadores espanhóis.

Um gole.

O certo é que essa teoria fica por aí.

Mas, por outro lado, estes vikings que, como dizíamos, eram extraordinários navegadores.

E tinham umas, uma tecnologia para navegar que não se conhece em nenhum outro povo.

Uma, tinham uma espécie de pedra que era a candita, se não estou em erro.

Que não sei, quer dizer, eu encontrei a explicação, mas é demasiado científica, primeiro não a entendi e em segundo lugar é demasiado rebuscada para a explicar.

Ah, e portanto, prefiro deixá-lo em termos de que.

Essa pedra podia, num mar tão nebuloso como é o Mar do Norte.

Onde, em boa parte do ano, é a bruma e o nevoeiro que estão a pairar sobre o mar.

Não se vê nada e as nuvens cobrem tudo.

Mas esta pedra podia localizar em que ponto do firmamento estava o sol.

Era como uma espécie de de de bússola, uma bússola que lhes permitia a eles orientarem-se.

E saber em que direção deviam, ah, deviam encaminhar o seu.

barcos.

E tinham outros, outros instrumentos.

Por exemplo, o um artoque, que era uma bússola solar primitiva.

Era como uma espécie de compasso solar de alta precisão.

Que lhes ajudava a navegar com toda a certeza de saber em que direção iam.

E lhes ajudava a localizar as estrelas para poder navegar também observando as estrelas.

Portanto, eram uns navegantes muito experientes.

E isso lhes permitiu chegar a Inglaterra e atacar Inglaterra e e devastá-la durante muitos, eu diria que vários séculos.

Tantos vários séculos que quando vocês já viram, não sei, essa saga de de de que se chama Os Vikings.

Muito bem feita, extraordinária.

E que obviamente tem elementos de ficção, mas muito boa parte da sustentação do roteiro é histórico e ocorreu e quase que se poderia dizer que todos os seus personagens, de facto, existiram.

Começando por Ragnar Lothbrok, por Lagertha, sua escudeira e esposa.

E então eles iam a Inglaterra e saqueavam a Inglaterra cada vez que lhes apetecia e regressavam.

Chegaram e estabeleceram-se em Nortúmbria durante muito tempo, tiveram ali.

Povoações.

Povoações que se foram que se foram misturando com a população local e foram assimilando não só a cultura inglesa, mas eles assimilaram-se à cultura inglesa.

E ao mesmo tempo, à cultura inglesa, também a assimilaram um pouco ao pensamento e à forma de ser deles.

Traz histórias bem interessantes.

Resulta que se vocês o recordam bem, este Ragnar Lothbrok.

Um guerreiro impressionante.

E que foi, em princípio, afirmam alguns, rei da Suécia, da Suécia.

E logo quando as condições climáticas eram supremamente hostis.

Que, como dizíamos, tinham que sair a procurar, a procurar para poder ter comida e por aí fora.

Então, não somente Inglaterra, mas inclusive vieram para França.

Sitiaram Paris.

Lutécia se chamava nessa época Paris.

E não puderam, não puderam.

Até que, por fim, Ragnar Lothbrok e outro personagem que se chama Rollo ou Rollon.

Não sei, não sei como como poderia chamar, chamar-lhe eu sempre lhe disse Rollo, que era um gigante que media mais de 2 metros.

Era um impressionante, diz-se que o chamavam Rollo, o Caminhante, porque não havia cavalo, porque pesava 140 quilos, que não havia cavalo que pudesse suportá-lo em cima.

E, no entanto, era um guerreiro supremamente feroz.

E por lá por o 911, o ano 911, depois de muitos assédios e de hostilizar e de hostilizar, havia um rei em França que era Carlos, o Simples.

E chegou um momento em que Ragnar e parte do seu exército retirou-se, mas Rollo ficou.

Pois, Rollo continuou a atacar, Carlos, o Simples, chamou-o e disse: "Venha, eu dou-lhe uma terra aqui, mas deixe-me em paz".

Isso sim, entregou-lhe essa terra com uma condição: "Batize-se." Ele batizou-se, casou-se com a filha dele, Gilda.

Casou-se com ela e lhe deu todo o território que é hoje a Normandia.

Então, Rollo foi para lá com a sua gente.

e com a sua esposa e tornou-se o primeiro duque da Normandia.

Sendo uma região francesa, que tinha características muito escandinavas,

teve-as e ainda as tem, características muito escandinavas.

E como ali em frente está praticamente a Inglaterra.

Então,

surgiu essa hostilidade permanente contra os ingleses, que já era, de facto, quase uma forma de ser dos franceses e dos ingleses,

que tinham de estar a matar-se uns aos outros.

E então, com o passar do tempo, a linhagem de Rollo estabeleceu-se

e essa Normandia foi praticamente fundada,

que, sendo muito francesa, é muito viquingue, muito escandinava.

Daí, precisamente, surgiu um homem que, posteriormente, se sentou no trono de Inglaterra

e também fundou uma dinastia.

Guilherme, o Conquistador, que a história também conhece como Guilherme, o Bastardo.

Isto foi muito tempo depois, de facto, Rollo foi o tetravô de Guilherme, o Conquistador.

E Guilherme, o Conquistador,

sabendo que já em Inglaterra tinha havido uma família que vinha da Dinamarca,

que também é escandinava.

E que estavam no trono, a dinastia de Wessex.

E lá havia um rei que mais tarde foi canonizado, que era Eduardo, o Confessor.

Não confessor porque confessava as pessoas, mas porque se confessava como um dos primeiros cristãos e quem mais acreditava na igreja.

Então, historicamente, chamaram-lhe Eduardo, o Confessor.

Ele morreu em meados, ou melhor, no início do ano 1066.

E aquele cuja linhagem vinha da Dinamarca, Haroldo II, subiu ao trono.

Era um homem muito poderoso, subiu ao trono.

E a 14 de outubro de 1066,

Guilherme, o Conquistador, e Haroldo encontraram-se na Batalha de Hastings.

Guilherme, o Conquistador, venceu Haroldo, as suas hostes cravaram-lhe uma flecha no olho que o atravessou praticamente.

Ou melhor, penetrou-lhe o cérebro.

E isso é mostrado numa tapeçaria chamada Tapeçaria de Bayeux.

E ali aparece toda essa cena e aparece o rei com uma flecha cravada no olho.

Ora, Guilherme, o Conquistador, livrou-se daquele e subiu ao trono de Inglaterra.

Subiu ao trono de Inglaterra.

E fundou então a dinastia dos Normandos em Inglaterra.

Guilherme, o Conquistador, de facto, foi ele quem construiu a atual Torre de Londres, que a construiu como uma fortaleza para se defender dos inimigos que tinha.

Guilherme, o Conquistador, ou também lhe chamam Guilherme, o Bastardo, porque era filho de um grande duque, mas com uma rapariga do serviço.

Então diziam que era o bastardo.

Mas a história realmente conhece-o como Guilherme, o Conquistador.

E por lá, para Inglaterra.

Então, como podem observar, já não só tinham penetrado em França, como também tinham a Inglaterra.

Por assim dizer, a cultura viquingue teve uma grande parte, se considerarmos que estiveram aqui na América.

E que alguns afirmam que parte dos nativos dos Estados Unidos, que encontraram nativos de cabelo loiro e olhos claros.

Como também no Brasil, que essa história tenho de vos contar,

uma tribo de Ojisarcas, que dizem que poderiam ser descendentes desses viquingues.

que os consideravam deuses e que os incas também consideravam deuses.

Então, a penetração deles culturalmente é enorme.

Porque, além disso, esses mesmos vikings

penetraram no que hoje é a Rússia e a Ucrânia, eh, Bielorrússia.

E em todas, aí, uma genética viking em tudo isso.

E têm uma característica e é que não os vence ninguém.

Ou seja, a capacidade de resiliência que possuem é extraordinária.

E, além disso, um espírito indomável, guerreiro.

De facto, essa saga de Ragnar Lothbrok, que mostram em Vikings, foi certa.

Como, por exemplo, o facto de que eles tinham uns rituais em que ingeriam uma planta que é o meimendro, que é altamente alucinogénia, que tem propriedades como o LSD.

E então, conseguiam aceder a estados de consciência alterados e tinham transes e podiam vaticinar e podiam converter-se, não digamos fisicamente, claro, em certos animais, mas sim adquirir as propriedades ou as características do animal em função de alguma empresa que tivessem que desenvolver, empresa entendida isto como caça ou ir explorar territórios.

Então, adquiriam as características desses animais.

E, portanto, tinham uma vida espiritual também supremamente rica.

Como é o caso dos seus deuses, Odin e Thor, Odin que era um deus zarolho porque perdeu um olho, ele fê-lo perder porque estava à procura de umas runas que lhe dariam todos os segredos do universo.

E aí se desenvolve, pois, uma religião em que os deuses vivem num sítio que é o Valhalla, que é o paraíso, e então, quem morre em batalha, a maior aspiração de um viking era morrer em batalha.

E morrer em batalha garantia-lhe que podia viver no Valhalla com mulheres muito bonitas, com certa folga, fazer batalhas entre eles ou ou inimigos e tomar, ou seja, que lhes escanciavam o vinho, ou seja, lhes serviam o vinho ou o licor nos crânios dos seus inimigos, essa era uma forma das vinganças.

Ou seja, uma mitologia belíssima e um Thor que se assemelha a Zeus porque também tem um martelo que lança raios.

Em suma, é de uma riqueza tão incrível esta cultura viking.

E trago-o à colação aqui também porque resulta que as proezas deles não têm, não têm par.

Como é o caso que lhes dizia de Ragnar Lothbrok, que quando os seus filhos haviam crescido, ele sentiu que o estavam a desprezar e então empreendeu um ataque a Nortúmbria e havia um rei que era Aella.

Ele chegou lá com pouca gente, aquele rei capturou-o e, de acordo com o que diz a história, a ele simplesmente atirou-o a um poço cheio de serpentes.

E aí morreu Ragnar Lothbrok e morreu cantando, dizendo que os seus filhos o iriam vingar, os seus cachorros.

E, de facto, chegaram os seus filhos, liderados por Ivar, o Desossado, que existiu e foi um grande líder guerreiro, apesar de que de que tinha uma deficiência, ele não podia caminhar, mas sim que se arrastava.

E, no entanto, era um guerreiro feroz e para manejar o machado e e a flecha, era impressionante.

então.

Pegaram em Hela e aplicaram-lhe o maior castigo que eles tinham para os seus inimigos que queriam humilhar,

e aplicaram-lhe este castigo da Águia de Sangue.

E é que punham o indivíduo sobre uma pedra, de bruços.

E de seguida, com uma faca muito afiada, abriam-lhe as costas.

Partiam-lhe as costelas.

Esfolavam-lhe a pele e punham-lha por cima.

E logo a seguir tiravam os pulmões e punham-nos sobre aquela pele já distendida,

o que indicava que queriam fazer parecer que

uma águia pousava nas costas deles

e, quase como no castigo de Prometeu, essa águia vinha e comia-lhe as entranhas.

Pois aplicaram isso a Hela e a muitos dos inimigos.

que era a Águia de Sangue.

Consistia em que, quando lá chegaram, apanharam Hela, aquele rei,

tinham uma capacidade incrível para viver em paz com os outros.

O que aconteceu com Ragnar Lodbrok.

E mesmo assim, mesmo assim, sendo tão indomáveis, estes guerreiros

foi uma invenção de um filme, eh, como para adornar um guião de um filme, puseram-lhes chifres, mas

os vikings nunca usaram capacetes com chifres.

Capacetes tubulares sim, mas sem chifres.

Os chifres são uma adição posterior.

E, portanto, é uma cultura extremamente admirável.

Pois bem, chegamos ao fim. Espero que tenham gostado desta história.

E ficaram-me muitas histórias do Valhalla para vos contar.

Mas já teremos a oportunidade de retomar isto noutro contexto.

Por agora chegamos ao fim, espero que tenham gostado.

Se assim for, deem um gosto, ativem o sininho para receber notificações.

E deixo-vos a questão de sempre: esta história parece-vos lógica ou ilógica?

São vocês que decidem e espero-vos na próxima viagem de histórias

que, com certeza, será fascinante. Adeus.

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