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editorial claro

A VIDA REAL DE 90% DOS CHINESES (E NINGUÉM MOSTRA) 🇨🇳

Descrição

Se existe um país capaz de fazer você sentir que está viajando entre o passado e o futuro ao mesmo tempo… esse país é a China 🇨🇳 Depois de visitar mais de 60 países, eu posso dizer sem exagero: nenhum lugar me intrigou tanto quanto a China. Nesse vídeo, eu saio da rota turística e vou explorar um bairro local de Chengdu pra descobrir como é a vida comum dos chineses — o que eles comem, como vivem, como trabalham e como enxergam o mundo. Entre cafés da manhã raiz com baozi, leite de soja e ovos cozidos no chá, ruas silenciosas cheias de carros elétricos, casas de chá milenares, limpeza de ouvido em praça pública, templos da Dinastia Tang e um povo absurdamente receptivo… a sensação é de estar dentro de um filme. A China impressiona não só pela tecnologia e modernidade, mas pela forma como preserva sua cultura milenar em meio ao caos urbano. Enquanto arranha-céus crescem ao redor, templos de mais de 1.500 anos continuam vivos, cheios de pessoas fazendo orações, tomando chá e vivendo tradições que atravessaram séculos. Nesse vídeo você vai ver: • A vida real em Chengdu, longe das áreas turísticas • O café da manhã tradicional chinês • Como funcionam as bikes, motos e carros elétricos na China • O famoso chá chinês e as casas de chá locais • O impressionante Templo Wenshu • A cultura do xadrez chinês e das lives de vendas • Curiosidades sobre o povo chinês e o dia a dia nas ruas • O contraste surreal entre China antiga e China futurista • Como os chineses recebem turistas estrangeiros • Comidas de rua, mercados locais e costumes curiosos A verdade é que a China não parece um país. Parece uma civilização inteira acontecendo diante dos seus olhos. 📍 Cidade: Chengdu, China 🌏 Uma das maiores cidades do planeta 🎥 Mais um capítulo da jornada pela Ásia Se você gosta de vídeos sobre viagens, culturas diferentes, curiosidades, vida real em outros países e experiências fora do comum, esse vídeo vai te surpreender. 📍Capítulos 00:00 - Vida comum na China 00:46 - Bairro não turístico de Chengdu 02:18 - Café da manhã típico Chinês 09:23 - Andando pelas ruas de Chegndu 12:59 - Só vi isso em Chengdu 15:44 - Cultura do Chá na China 23:08 - Entrando na China Imperial 24:24 - Padaria Chinesa 27:18 - Aqui você é famoso 30:18 - Templo de 1500 anos 31:43 - Chengdu é muito agradável 32:39 - Arquitetura Chinesa 33:19 - A vida real na China 🤝🏻 Parcerias: lcbcosta@gmail.com 💳 Bybit Card liberado para brasileiros: 💰 Abra sua conta 💰 Peça seu cartão 💰 Deposite ($100 USD) R$600 no Cartão → ganhe R$100 💰 Gastou R$ 600 → ganha R$50 ⚠️ As recompensas são liberadas como vouchers no Rewards Hub e podem levar de 3 a 7 dias. 🚀 Mais benefícios: 🔥 Até 10% de cashback em compras cripto nos primeiros 30 dias (limite de $150) 🔥 Depois, de 2% a 4% de cashback na maioria das compras em cripto 👉 Crie sua conta pelo link: https://partner.bybit.com/b/BIGODINHO 🤯Get Your Guide - LUCASOBIGODINHO5 (desconto 5%)👇🏻 https://gyg.me/lucasobigodinho-app Minhas redes sociais. 📸 Instagram: https://www.instagram.com/lucasobigodinho/ 🎥 TikTok: https://www.tiktok.com/@lucasobigodinho 💻 Facebook: https://www.facebook.com/eulucasbigodinho/ 🧑🏻‍💻Editor: https://www.instagram.com/vinediniz1/ 📌 Gostou do vídeo? Deixe o like, se inscreva no canal e ative o sininho para não perder nenhuma novidade!

Transcrição completa

Como é a vida COMUM na China?

O pãozinho chinês aqui, olha, é o baozi.

Uma construção milenar no meio da rua, com os prédios a acontecer, com os carros elétricos.

E então, ela está a fazer uma limpeza de ouvidos ao senhor, que é muito comum aqui, não é?

Onde é tratado como celebridade.

Basta falar, basta falar.

É simpático. Obrigado. OK.

Onde é MUITO BEM recebido.

Bem recebido.

Nós aqui na China. Vou dizer uma coisa que pode parecer polémica.

Na Europa não se vê isto. Não se vê, é impossível.

A sensação é de estarmos a voltar no tempo, 1500 anos.

Porque foi quando este edifício foi construído.

Já fui a mais de 60 países e nenhum deles é tão intrigante quanto a China.

E melhor do que explicar é mostrar.

Por isso, hoje vamos dar um passeio por uma área não turística da cidade de Chengdu, que é uma das maiores aqui na China.

Para tentar perceber o que é que os chineses fazem num dia comum de semana.

O que é que comem, com o que é que trabalham?

Não sei, mas vamos descobrir juntos em mais uma aventura.

Vem comigo.

E não estou sozinho na aventura de hoje. Estou aqui com o Rogério.

Rogério.

De onde é que vens? Diretamente do Piauí para o mundo, aqui na China.

Vamos dar um passeio e conhecer a cidade de Chengdu.

Do Piauí para a China. Vamos ver se encontramos coisas diferentes aqui, não é?

Não, para mim tudo já é diferente.

Tudo é diferente.

Vamos lá.

Pessoal, então estamos aqui agora num bairro, é, é uma, é uma área não turística, não é, digamos assim, não é?

É uma área mais local, não é? Uma parte mais local.

E então vamos explorar aqui, vimos que há uns templos, há umas coisas, mas enfim, vamos a lugares onde ainda não fomos.

Só que a primeira missão é encontrar algo para comer.

Então vamos procurar um lugar mais autêntico, não é, para tomar um pequeno-almoço chinês.

Tomar café na China, que eles não tomam, eles não tomam café como nós tomamos no ocidente, não é, é diferente.

Geralmente é massa, alguma coisa, vamos tentar encontrar algo mais, um bolinho, algo mais local, é, mais local.

E olha, uma coisa que é engraçada, dá para ver aqui enquanto ele está a andar, há muitos idosos na rua, não é?

Ali, as duas, as duas velhinhas, aqui também.

Olha lá. Aqui é meio que o bairro dos idosos, pá, quase não vemos jovens aqui.

E então, ao mesmo tempo, olha, há lojas aqui de, de móveis, de, enfim, ventiladores, eletrodomésticos.

E uma das coisas mais interessantes que se vê aqui são os, isto é uma coisa interessante, não é, são os, os automóveis diferentes que há aqui na China, não é?

Olha isto, meu, é uma motinha com uma caixa de carga.

Na verdade é um triciclo, não é? E todos eles aqui são elétricos, há estas bicicletas elétricas, motas elétricas.

Vamos lá, vamos lá ver.

Ah! Tem um mingau de feijão, tem umas coisas.

E eles andam no passeio. O chinês não se importa, percebes? Esta mota elétrica tem este passe livre para andar no passeio.

Olá, olá.

O que é isto?

Será que é leite?

Vamos experimentar, não é?

É, ok, um, um.

Com açúcar? Não, não, não, não, não, sem açúcar, sem açúcar.

Este não parece, este não parece ser assim tão bom.

Ah, mas vou provar, não é, meu?

Estou aqui, estou aqui para isso.

Ele não tem o...

Não, põe, põe para voz.

Não sei o que é.

Isto aqui é, olha, olha, ei, ei.

Aqui, olha.

Pode falar.

Doujiang, toda a gente faz.

É, é isso.

Doujiang.

Leite de soja. Puxa, bom, ótimo, ok, ok.

Vamos lá, vamos lá, comer pãozinho com leite de soja.

Nossa.

O que é isto?

Olha aí, ela já trouxe aqui.

Este é o pequeno-almoço tradicional chinês.

O pãozinho aqui chinês, olha.

Olha ele.

O Baozi, que eles chamam, que vem com recheio geralmente de porco.

De porco.

Um leite de soja numa tigela, não sei se é para a gente beber nesta tigela, acho que sim, não é?

Não deve ser para molhar o pão.

Não tem colher aqui, não.

E ela trouxe aqui uns picles de rabanete.

Por que não? Não é?

É a pergunta que me faço agora, por que não uns picles de rabanete para a gente provar?

Não tem colher para beber o leite, acho que...

Como é que se come este Bao?

Acho que é assim mesmo, não é?

É assim mesmo, não é?

É mandou é brasileiro, um de Santa Catarina, outro do Piauí.

Tu que viste o Kung Fu Panda, não é?

É o bolinho de que ele gosta, não é?

É o bolinho do Kung Fu Panda.

Será que não vai um molho de soja?

Hum.

Está bom?

Está muito bom.

Hum.

Hum, muito bom, hein?

Olha.

Ele tem carne de porco e uns temperos lá dentro.

Está realmente muito saboroso.

Meu, bem gostoso, não é?

E a massa é fofinha.

Nossa.

Com a carne de porco, puxa, um dos melhores que já comi.

Olha.

Uau.

Que bom.

Uau.

Ela está a oferecer mais coisas, olha.

Um ovo cozido no chá.

Chá.

Sim?

Zidan.

Hum.

Zidan.

Acho que é um ovo cozido.

Não, não, não, não, não.

Ah, o telemóvel que.

Está bom, um, um, é, ok, ok.

Vamos experimentar, estamos aqui para provar as coisas, sabes?

É, será que é assim mesmo?

Vai, faz aí para ela.

É, é, uma coisa.

Ele bebe assim, não é?

Bebe assim?

É.

Assim?

Sim, ele disse.

É, é.

Ah, é assim mesmo.

Ah, ok, ok.

Sim, ele falou Português com a Chinesa.

Será que é para comer com a?

Abre essa porra.

Estamos a fazer a.

Xixi.

Esse é o.

Eita, está quente.

Leite de soja no, no, no.

Não deu, não deu, não deu, não deu, não deu, não deu.

Vou provar um pouco aqui, puxa, que.

O que é isto, hein?

Meu, não tem sabor.

É bom para quem não, para quem não bebe leite de vaca, não é?

Puxa, leite proteico para caramba, isso aí, olha.

Hum.

É um ovo cozido no chá preto, que é uma das maiores iguarias da China.

Pelo amor de Deus, não é, aí.

Come metade, come metade que eu como.

E então?

Zero a dez.

Bom.

É um ovo cozido.

Mas tem um sabor diferente.

É, o chá preto, será que é ele?

É, o chá dá um sabor diferente.

Hum.

Puxa, é bem melhor que o ovo cozido.

Dá um sabor diferente.

É bem melhor que o ovo cozido.

É um tempero, não é?

Aí o segredo da China.

Vens aqui, pegas um rabanete.

Hum.

Hum.

Nossa, isto aqui é muito bom.

Este é o pequeno-almoço típico da China.

Ovo cozido no chá, Baozi, leite de soja, um rabanete.

Perfeito, não é?

Puxa, aí.

Vamos ver quanto vai dar esta brincadeira.

Meu, vocês viram como a China é barata, não é?

Isto tudo aqui que comemos deu literalmente 12 RMB, que dá o quê? 9 Reais brasileiros?

Vai dar uns 8, 9 Reais brasileiros.

8, 8 Reais brasileiros por uma tigelinha de leite aqui, olha, que só vens aqui e bebes.

Hum. O ovo e esta, esta tigela aqui de balde. A China é muito, a China é barata, não é? Se fores aos sítios locais assim, é pouco.

Agora, toda a gente pergunta, a China é barata? Para comer, a alimentação é muito barata aqui.

É. E boa, de qualidade, e boa. Qualquer sítio onde fores, a comida vai ser boa.

Vais ter uma coisa boa. É isso, pequeno-almoço tomado, vamos. Xie xie. Adeus. Xie xie. Adeus. Voltaremos.

Ah, é, ela quer. Pagou ou não pagou? Paguei, caramba. Aqui, ó. Xie xie. E olha como ela. Xie xie. Bem-vindos à China. Obrigado.

Que giro, não é? E o OK deles, tu, tu viste, não é? O OK deles, eles não fazem assim, é sempre assim, ó. É assim, ó, é o OK deles.

Publicidade rápida, pessoal. Melhor do que pagar barato num pequeno-almoço delicioso, é ganhá-lo de graça.

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A mulher e o filhinho aqui estão a chupar cana. Que loucura, caramba. A cana, tu sabias, não é? Eu já, eu digo isso em todos os vídeos, mas a malta já está até cansada, mas a cana é da Ásia.

É? No Brasil há bastante. Há, há bastante, porquê? Porque os portugueses fizeram comércio com a Ásia, levaram a cana-de-açúcar para lá.

É por isso que lá há, e nós tornámo-nos a terra do açúcar, não é? Cana a salvar, olha aí, ó. Olha o chinês ali, ó.

Está com um pedaço de cana na mão. Ah, verde. Olha ele ali, ó. A chupar cana, caramba. Estás a brincar.

E, ó, outra coisa que vais sempre ver aqui na China são estas bicicletas aqui, não é? Eles, a questão da mobilidade aqui é muito avançada.

Consegues alugar com uma aplicação. E há várias bicicletas em todo o lado na rua mesmo. Olha aí, ó. Dos dois, em todos os lados, meu.

Tipo assim, só andas a pé aqui se quiseres. Uma das coisas aqui na China é que a cidade realmente é projetada para as pessoas, não é?

Não interessa onde estás, consegues ver, ó, casa de banho pública. Há muitas casas de banho públicas espalhadas pela cidade, casas de banho de qualidade.

E outra coisa, a malta sempre a limpar. Vais sempre ver o senhor da limpeza. Então assim, é tudo, eu tinha uma visão, não sei tu, Rogério, mas.

Pelo menos quando eu cresci, não é? Eu ouvia falar da China, eu tinha a imagem de que o povo chinês era porcalhão, havia muito lixo, não é?

Ah, é uma zona turística que eles fazem para impressionar.

Olhem só, há um riozinho aqui. Olhem a, olhem a água, pá, cristalina para caramba.

Há umas coisas ali, não sei se é um produto de limpeza. Há uma botija de gás ali, caramba.

Caramba, meu. O que é isto, pá?

Umas coisas aleatórias.

Mas olhem, a pontezinha é super bonita e a água aqui é cristalina.

Ah, é perfeito? Não, há uma cadeira ali, olhem. Alguém atirou uma cadeira.

O senhor está a fazer o seu exercício matinal ali.

Vamos explorar aqui.

Que interessante. Aqui estão as criancinhas chinesas.

Elas ficam sempre muito impressionadas connosco, olhem. Com medo. Ni hao, ni hao.

Elas ficam com medo de nós, porque não estão habituadas a ver pessoas com barba na cara.

E elas ficam sempre, pá, crianças com medo de mim, mas olham para nós.

É óbvio, meu, tu tens barba na cara.

Ni hao, ni hao.

Então, olhem, veio para segurar, ela chora.

Ni hao, ni hao.

Ah!

Ni hao, ni hao.

Ni hao, adeus, adeus.

Adeus.

Adeus, adeus.

Isto é muito interessante, porque uma vez conversei com um amigo chinês e não percebia isto, pá.

Em todo o lugar onde eu ia, no supermercado e tudo, os chineses geralmente reparam em nós, ficam a olhar.

Mas as crianças, pá, elas paralisam, ficam tipo assim, a acompanhar-te mesmo.

Então, meu, esse amigo chinês disse-me, pá, é porque vocês têm pelo na cara, tipo, barba.

O chinês não está habituado a ver isso, eles não têm.

Para uma criança é muito estranho ver alguém com barba, com bigode, sabes?

Se pensares bem, uma criança de dois, três anos, nunca viu muitas pessoas, turistas.

Talvez sejamos os primeiros estrangeiros que aquelas crianças viram, não é?

Então, a criatura fica sem perceber nada.

Uma coisa que é interessante. Aqui, noutras cidades da China, eu ainda não tinha visto sem-abrigo.

Chengdu é a primeira cidade onde realmente, assim, estamos aqui num lugar que é debaixo da ponte, não é?

Estamos a passar, e temos aqui, olhem, pessoas que estão em situação de rua. E, sendo bem sincero, isso não é comum na China, é zero comum.

Olhem o cão.

Ni hao, ni hao. Gigante.

Olhem, o cãozarrão. Será que ele também vai ficar com medo de nós?

Ele é grande, meu. Ele é grande, hein? Que cãozarrão diferente, pá.

Caramba, meu.

É muito louco, não é, que a malta aqui leva o almoço para passear.

E não é gostoso, essa.

É brincadeira, malta.

Ah, estou a brincar, malta.

Agora, na verdade, aqui na China comia-se cão.

Eh, mas várias, várias províncias proibiram, inclusive, a venda e o consumo de cão.

Então, era, era algo que acontecia aqui, mas hoje em dia já não acontece tanto.

É impossível falar da China autêntica sem falar do maior vício que este país tem, que é o Mahjong.

Ni hao, ni hao.

Olhem, malta, o Mahjong. Ni hao, ni hao. Olá.

Mahjong é um jogo que eles jogam aqui, que é como se fosse um xadrez.

Mahjong?

Mahjong?

Brasil.

Hã?

Brasil.

Brasil.

Oh, Brasil.

Brasil, sim. Fala inglês?

Ah, que bom.

Isto é Mahjong?

Não, é Mahjong.

Xadrez chinês.

Ah, xadrez chinês.

Ah, xadrez chinês. Sim, sim, sim. O xadrez chinês, xadrez chinês.

Ah, é jogado com outras peças. Olhem só, pá, que interessante.

E então, olhem só, eles estão a beber um chá. Ah, chá, chá.

Ah, que bom.

Hã?

É de São Paulo.

São Paulo.

Floripa.

Rio, Rio.

Rio.

Rio.

Eu digo que sou do Rio de Janeiro, é mais fácil.

Não, toda a gente sabe.

Para explicar o que é Piauí, vou dizer que sou de Teresina. O tipo vai dizer: "Hã?".

Mas olhem que interessante, o tipo, e eles deixam dinheiro ali também, olhem. O tipo está a apostar.

Hã?

Futebol, futebol. Eles conhecem, meu. Ronaldo, Ronaldo.

Neymar.

Ele deve conhecer o Ronaldo, o Pelé, não é?

Neymar.

Olhem que fixe, eles estão a jogar.

Ele sabe.

xadrez chinês, e olhem que interessante

há um menino de três anos a jogar contra o senhor.

Olá, olá, olá.

Olhem, o miúdo a derrotar.

Este é o futuro da China. É, é, é um miúdo ali.

É diferente, não é, o xadrez.

As pedrinhas.

Mas ele cronometra o tempo também, não é?

Viraram que o homem tinha dinheiro ali, acho que eles também apostam.

Ah, cronometra o tempo, tal como o xadrez normal.

Vamos ver se encontramos. Olá.

Olá. Olá.

É sempre bom encontrar um velho rabugento, não é?

Olhem só que interessante, em todas as mesas aqui, as pessoas estão a beber chá.

Não é? Eles não têm a cultura do café aqui na China. A China é forte no chá.

Inclusive, o chá foi criado aqui na China.

E a Inglaterra, ao fazer comércio com eles, descobriu o chá.

Então é muito comum ver estas, são mesmo casas de chá.

As pessoas põem as mesas, sentam-se e ficam a beber chá o dia todo.

Chengdu aqui é conhecida por ser a cidade mais relaxada, mais, mais tranquila.

Tranquila, relaxada. É, onde as pessoas vêm, bebem chá, há menos pressa.

E olhem só, não é?

Estamos a falar de uma cidade, estamos a andar aqui.

Um rio enorme. Olhem a quantidade de verde que se vê na cidade, não é?

Então é realmente um, é um lugar impressionante, muito calmo.

Olá, olá.

Olá.

E as pessoas são super, olhem ali, ó.

Há um senhor ali sentado numa cadeira no meio do, do corredor aqui.

A senhora está a apanhar sol ali.

As senhoras a conversar aqui.

Ah, vida boa na China, não é?

Pois, aqui é uma cidade meio tranquila, não é?

Dá para viver bem. Caramba.

Mas pronto.

Agora vamos atravessar este rio, explorar o que há do outro lado.

Disseram que há uns templos bonitos lá.

Dizem que há um templo, vamos ver se é verdade.

Se houver, é bom.

Vamos lá.

Estamos a levar com buzinas nos ouvidos.

Porque estamos a andar no passeio e o homem está com a mota no passeio, meu.

Esta é a China.

E há aqui, ó, ciclovia, motovia deles, mas o homem a buzinar.

Nós é que estamos errados.

Neste momento estamos a vir aqui, atravessámos a ponte.

Não é, como vos mostrei.

E chegámos aqui claramente a uma área um pouco mais movimentada, não é?

E já começamos a perceber aqui a presença dos, dos edifícios maiores, mas ainda não é uma área tão moderna, não é?

Olhem ali, ó, que edifícios antigos, talvez da década de 90, da década de 80.

Paragem de autocarro, uma coisa interessante.

Chengdu, cidade dos pandas, os autocarros são meio que decorados com pandas e todos elétricos.

É tudo elétrico aqui.

O silêncio que está presente nas ruas, até, enfim, há um descompasso.

Esperamos barulho na rua, não é?

Só que as estradas, as ruas aqui, olhem só que interessante, elas são projetadas mesmo para muitos carros.

Então veem aqui, ó, há faixa, aqui há três faixas aqui, mais três, são tipo seis faixas.

Olhem, para assim, 10 segundos, ó.

Não se ouve barulho nenhum.

Qualquer outra, uma cidade aqui.

Incrível, incrível. Chengdu tem o quê? Mais de 20 milhões de pessoas.

Incrível. Esta cidade é maior que São Paulo, meu, maior que São Paulo.

Mais de 20 milhões de pessoas.

Não se ouve barulho nenhum.

Não se ouve barulho nenhum na rua.

É, este é silêncio.

O silêncio é ensurdecedor. Surreal.

Loja de bebidas alcoólicas, é o que isto significa.

E estamos neste momento a entrar aqui, isto aqui, pessoal.

São garrafas de Baijiu. Baijiu é a aguardente chinesa.

E olhem só, ela tem 53% de álcool.

E aqui na China, eles dão como presente, em cerimónias e tal.

Mas olhem o tamanho deste recipiente, não faço ideia de quanto custa uma coisa destas, mas é muito grande.

Vamos entrar.

Caramba, 53% de álcool.

Vamos ver.

Olhem ali, meu.

Olhem o tamanho desta garrafa, meu, são garrafas gigantes, meu, de Baijiu.

Este aqui, ó, este aqui é famoso, este aqui.

É, este aqui já vi publicidade em vários lugares.

Este tem 53%, meu.

Olhem só a forma como as garrafas são feitas, não é? Meio que uma, praticamente uma obra de arte, não é?

Têm um, tipo, um vaso destes em vossa casa.

Olhem aqui, a loja inteira de bebidas alcoólicas e tudo aqui parece muito caro, meu.

Vamos ver quanto custa um daqueles.

gigante ali.

Agora vamos perguntar quanto custa aqui.

Este grandalhão aqui, olha.

E olhem só que engraçado, esta loja só vende tabaco e bebidas alcoólicas.

São os vícios chineses, não é?

O cigarrinho do panda.

Agora perguntámos quanto custa este, este vaso preto enorme aqui.

48?

Só? Este grande?

Não, esperem, o que é isto?

Meu, acho que deve ser 50 mil. O que é isto?

Não.

Esperem.

É.

a sair da China moderna e a aproximar-me da China imperial.

Já estamos perto de um dos principais templos aqui da cidade e olha só, meu, que bonito.

Quer dizer, não há como descrever, meu. A arquitetura chinesa é algo muito, é muito linda, não é, meu? Olha só.

Vês os detalhes, as madeiras junto com as telhas. Quantos anos tem este portal? Não faço ideia.

Eles já eram astérix há 2000 anos. Há 2000 anos. Há muito tempo, meu.

E então estamos a ir, o templo fica naquela direção, mas olha só os detalhes, meu, tipo em pedra, em madeira, e olha isto, pá.

Quer dizer, a atenção aos detalhes, olha aí, no mínimo é tudo incrustado, colorido.

Tipo, ali dá para ver que é um, é um tronco de madeira mesmo, pintado, bonito.

Meu, é, é, é, tipo, quando vais a um lugar chinês muito antigo assim e reparas nos detalhes.

É muito bonito, é uma das arquiteturas, na minha opinião, das mais impressionantes do mundo e ainda mais se pensares que esta gente fazia isto há centenas, milhares de anos.

Tanto que o mundo replica hoje em todo o lado, não é? Tipo, vês em todo, todo o lado do mundo há coisas de jardim chinês, essas coisas.

Sim, expandiu-se, não é? Não sei de muitas coisas na minha vida, mas há uma coisa que sei é que este restaurante é bom.

Olha a fila que está, pá. Os chineses, todos enfileirados. Alguma coisa, meu, acho que é uma padaria, velho.

É uma promoção, padaria mesmo. É uma padaria com muitos pãezinhos.

Ou estão a dar comida de graça, ou é bom e barato, não é? Parece bom, olha.

Muitos, vou passar aqui entre eu e a chinesinha. Olha só que interessante, olha.

Há vários pãezinhos. Caramba, é a primeira vez que vejo uma padaria aqui na China.

Há os biscoitos, os pãezinhos. Olha aí. Isto aqui possivelmente é um pão recheado com carne ou feijão.

Eles usam recheio de feijão e está lotado.

E então, queres esperar meia hora ou seguimos? Acho que é melhor voltar depois. Voltar depois, sim. Há muita gente.

É realmente muita gente. Eles não têm a cultura do pão aqui na China, como nós temos. Então é, é raro encontrar. Olha aí.

Estamos a chegar perto do templo aqui, já vemos as lojas de conveniência.

Há outra aqui, olha, outra padaria. Esta aqui já não ponho a mão no fogo. Só tem uns doces, não é?

Esta aqui já não dá para pôr a mão no fogo. Uma está lotada, esta está vazia, porquê?

Olha, olha a miúda ali, a dar tudo.

Oh, uma roupinha chinesa destas aqui é uma loucura, hein?

Pá, entrares em qualquer ambiente a vestir uma roupa destas aqui é absurdo. Impõe respeito. Impõe respeito.

Olha aí. Ah, deve ser para alugar. E olha a limpeza do ouvido. Vamos fazer limpeza do ouvido.

Ah, pessoal, agora estamos a entrar em contacto com uma das coisas mais culturais que existem no norte da China.

Isto aqui é uma casa de chá onde as pessoas vêm para beber chá, não é? Estão ali a fumar o seu cigarro.

Olá. Talvez, talvez mais tarde. E então ela está a fazer uma limpeza de ouvido ao senhor, o que é muito comum aqui, não é?

Acho que em vários lugares as pessoas fazem e então ela vem com tipo um, um aparelho para ver melhor e vai tirando a cera do ouvido.

Depois, depois de irmos, entramos primeiro no templo, depois vemos, está bem? Entramos, está bem?

Depois, depois, vamos. Obrigado.

E então, meu, olha isto, é o passeio deles. O passeio do chinês é, é ficar a beber um chazinho aqui na praça e limpar o seu ouvido.

Encontrei um lugar milenar ali muito interessante, chama Laozong. É muito bom. Laozong.

É uma loja de conveniência chinesa. Das melhores que há.

E olha aí, estamos a aproximar-nos, a polícia, as bicicletas, a segurança.

Vamos lá.

Estamos a gravar aqui, já faz uma hora, não é, que saímos de casa e estamos a gravar. É o primeiro estrangeiro que vemos ali de camisa azul.

Aqui até dá vontade de beber, não é? Ei, estrangeiro. Diz, estrangeiro, tudo bem? O que é que estás a achar?

Porque realmente, ai, ai, ai. Olá.

Só vês chineses, meu. Só vês chineses mesmo, olha, é chinês para cá, chinês para lá e tal.

Agora estrangeiro. Ah, coisa para tirar fotos, olha que giro, olha.

Eu e o Tu tiras a foto aqui instantaneamente, a foto deve sair no jornal com pandas.

Que fixe, meu. Vamos embora! A sensação, eu estava a comentar com o Gui,

é que nós somos uma atração, meu. Porque onde quer que andemos aqui, as pessoas ficam a olhar e tal.

A gente sente-se famosa, não é? Sentimo-nos famosos, ya.

Tiram-se fotos, há sorrisos, há 'hello'...

Olá, posso tirar uma foto convosco? Sim, claro!

Foi só falar, hein? Foi só falar. Vocês são tão simpáticas! Muito obrigado.

Estou a gravar para o YouTube. Vocês são bonitas. Obrigado!

Obrigado! Filma-me aí! Olá! Olha aí!

Ok, obrigado. Muito obrigado. Foi bom ver-vos! Igualmente. Adoramos a China!

E a malta mais jovem... Eu amo-te. É mais jovem, cuidado. Eu sei, mas é porque são tão fofinhos.

Acho que isto representa algo que as pessoas em casa não têm noção: o quão bem recebidos somos aqui.

Vou dizer uma coisa que pode parecer polémica: Na Europa não se vê isto, não. É impossível.

Na Europa o sentimento é de que ninguém faz questão que estejas lá. Nos Estados Unidos, muito bem. Mas aqui na China,

as pessoas veem-te e dizem 'Welcome to China', com um sorriso, pedem fotos, ficam felizes por estares aqui.

Em Hong Kong, vou contar uma história rápida: Estava em Hong Kong com uma amiga e tivemos dificuldade em pagar a conta.

Eu e a Mariana tínhamos dificuldade em pagar a conta, não conseguíamos por causa de um problema na aplicação.

Um rapaz veio, pagou sem nos dizer nada e disse: 'Bem-vindos a Hong Kong'.

Olha que fixe! Pagou a nossa conta e disse 'bem-vindos'. Quis pagar-lhe e ele disse 'não, são as boas-vindas'.

Isto é a Ásia, meu. A Ásia é diferente. Venham à Ásia!

Olá, Ni Hao! Gosto das tuas roupas! Valeu, irmão! Pareces saído de um filme!

Olha aí, pessoal, a cultura chinesa a acontecer à nossa frente! As pessoas sentadas nos banquinhos a comer massa.

Noodles aqui, que é massa, não é? O chinês come muita massa. Aqui ao lado há pato laqueado.

E isto tudo a acontecer em frente de um dos templos mais antigos ou o mais antigo de Chengdu,

um dos mais antigos da China, que é o Templo Wenshu. Vamos dar uma vista de olhos ali dentro.

O que haverá de diferente neste templo? Os chineses adoram-no. Só de entrar aqui,

já parece que estamos num filme, num cenário... Quanto tempo tem isto? Mais de mil anos, com certeza.

Eu diria pela arquitetura que aqui estamos a falar da Dinastia Ming. Un 500 ou 600 anos.

Por aí, Ming, Qing e tal. Mas a sensação é de entrar num filme.

É um Jackie Chan, uma Mulan, não sei. Mas olha só para as construções. Está lotado de chineses!

A sensação é de recuar no tempo 1500 anos, pois foi quando este edifício foi construído.

Estamos a falar da Dinastia Tang, uma das mais antigas da China. E este é um dos templos

mais antigos e mais bem conservados de toda a China. As pessoas vêm prestação de homenagens.

O interessante é que vemos muitas pessoas, mas isto não é só um ponto turístico. As pessoas vêm pedir coisas,

saúde, amor para a família. Falámos ontem com uma amiga chinesa e ela disse que sempre que quer algo, vem cá rezar.

E agora imagina, este edifício onde estamos já cá está há mais de 1500 anos, no século VII.

Olha como ainda está lindo, pá! Completamente atual a arquitetura e tudo.

E as pessoas ainda hoje continuam a vir cá.

Vem para cá para pedir, para reverenciar, para falar com o divino, para tentar a atenção do divino para a sua causa pessoal.

Estamos neste momento a presenciar história.

Já disse isto algumas vezes, vou repetir, a China não é um país, a China é uma civilização milenar.

E são lugares como este que nos lembram disso.

É um, é um prazer poder estar a experienciar isto e a partilhar consigo.

É um dos lugares mais impressionantes da Terra.

Pessoal, uma coisa que estávamos a conversar aqui é o quão agradável é a cidade de Chengdu.

Olhem, ela é muito bem arborizada, a cidade é inteiramente plana.

Não se ouve o barulho na rua praticamente.

Tem-se um clima, não é, que por causa, aqui estamos cercados de montanhas.

Então, por alguma razão, fica muito nublado, o céu com muitas nuvens.

Mas não, não tem chuva, não é? Até chove assim.

Então, é agradável caminhar, porque não fica aquele sol forte na cabeça, que em alguns países na Ásia são muito quentes.

Nem muito frio.

E nem é muito frio, então, tipo assim, estamos aqui de t-shirt, calções, está super agradável.

E, e é uma cidade onde se pode caminhar, está bem?

Por ser muito plana, clima agradável, muito verde, é bom sair aqui para fazer o que estamos a fazer agora convosco, olhem.

A andar, a caminhar, a explorar, a olhar para as pessoas, a olhar para os restaurantes.

E, sem brincadeira, acho que é a cidade mais fixe que visitei na China para, para ficar algum tempo.

Seria Chengdu.

E o interessante é que estamos neste bairro e vemos que o chinês tem esta, esta forma de conservar as, as construções antigas, mas dá uma renovada.

Então, olhem só, esta área aqui é toda nova, mas ele mantém estes traços de arquitetura chinesa, não é, com os telhados, com as casinhas.

Olhem só a, a fachada aqui, não é, destes restaurantes, a fachada.

Tem-se a impressão de que se está a voltar no tempo, mas que tem uma certa modernidade também.

Olhem só esta construção aqui, não é?

Uma coisa linda.

Bizarro, bizarro.

E de novo, ah, o portãozinho, o portãozinho por onde tínhamos entrado.

Ah, voltámos.

Vida real na China.

O velhote a cantar ali para angariar algum dinheiro.

As árvores cor-de-rosa.

Os edifícios muito bem decorados.

Uma motinha com um telhado.

E o velhote aqui com a sua mota, olhem só que interessante isto aqui.

Uma motinha com uma carroça que eu já tinha mostrado noutros vídeos.

Tem uma coisa para pesar e os ananases.

Então ele corta os ananases e deixa aqui na água a conservar, olhem a técnica ali.

E a velhota parou aqui para levar um ananás.

Isto é a China real.

Estas motinhas com caixa aqui, é como se fosse o food truck deles.

É, é mota-camião.

Olhem, é, é mota, mota-comida, não é?

Olhem, com o tofuzinho, este é o tofu cabeludo que comi, provei-o noutro vídeo a provar comida de rua.

Que é uma delícia também.

Isto é a China real, não é?

É muito bom, pessoal, é muito bom.

Provei noutro vídeo.

A China real é encantadora, é, é, sem palavras.

E olhem, na nossa saída aqui, um último templo, é, é absurdo ver a China mesmo, não é?

Há uns dois ali, os food dogs, não é, ou os leões chineses que estão sempre ali na proteção dos templos.

Uma construção milenar no meio da rua, não é, com os edifícios a acontecer, com os carros elétricos, com frutas a serem vendidas.

Tudo isto é China, não é, Rogerão?

Chengdu é sensacional, está a impressionar-me.

E, a China é constantemente estar-se nesta dicotomia entre o antigo, não é, o passado, o futuro, com os carros elétricos, com as pessoas.

E, sem dúvida alguma, é um universo, é uma civilização que sabemos muito pouco, mas que tenho a certeza que nos próximos anos vamos acabar por descobrir mais porque não há como parar a China, não é?

É, a China é, para mim, como se disse, uma civilização, é outro mundo.

Tudo é interessante, passado, presente e futuro, tudo junto.

Espero que tenha gostado de conhecer um pouco mais da China connosco hoje.

Fernandão, muito obrigado pela ajuda.

Obrigado.

E vemo-nos no próximo vídeo.

Um abraço aqui da China. Adeus, adeus.

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