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editorial noturno

Me dê 11 MINUTOS e vou TE MOSTRAR como os 1% MAIS RICOS realmente investem

Descrição

Faça um diagnóstico patrimonial com o Clube do Valor: https://clubedovalor.com.br/consultoria-de-investimentos-gratuita-pv/mkt/yt-problemaderico/?utm_source=yt-problemaderico&utm_medium=p0&utm_campaign=cdv-geracao-leads&utm_content=yt-14082026-pdr-ricosinvestem-_HFOzc5hGGVU Neste vídeo, André Trein, CIO do Clube do Valor, abre os relatórios que mapeiam, ano após ano, a carteira de milhões de milionários pelo mundo — o World Wealth Report da Capgemini, que acompanha esse público há 30 anos, o Global Family Office Report do UBS e as contas distributivas do Federal Reserve, que mostram centavo por centavo onde está o patrimônio de quem ocupa o topo nos Estados Unidos. Porque a internet está cheia de gente palpitando sobre como o 1% mais rico investe — e existe um jeito melhor de responder: com dados. O ponto de partida é o high net worth individual, quem tem mais de US$ 1 milhão investido (imóvel de moradia fora da conta). Segundo a Capgemini, são 25,3 milhões de pessoas no mundo, controlando cerca de US$ 98 trilhões. O retrato mais recente, de janeiro de 2026, mostra a carteira média assim: 25% em ações, 20% em renda fixa, 19% em imóveis, 12% em alternativos e o resto em caixa. Primeira constatação: não existe aposta única. Subindo a pirâmide, os family offices — 317 entrevistados pelo UBS, patrimônio médio de US$ 2,7 bilhões por família — travam ainda mais capital em ativos de longo prazo: 30% em ações, 21% em private equity, 18% em renda fixa, 11% em imóveis. E no topo do topo, os ultra high net worth (mais de US$ 30 milhões, apenas 250 mil pessoas no planeta), o clube Tiger 21 — quase 2.000 membros com patrimônio médio de US$ 140 milhões — bateu recorde em 2026: 34% da carteira em private equity e só 7% em caixa, o menor nível desde 2007. O dado que amarra tudo vem do Fed: o top 1% americano concentra quase metade do patrimônio em ações e participações em empresas — e é dono de 50% de todas as ações e cotas de fundos do país, mais de US$ 27 trilhões. A riqueza do 1% não vem de salário. Vem de participações. O contraste com o Brasil escancara o problema: quase 60% de tudo que a pessoa física investe está em renda fixa — até o private bancário, segmento que fechou 2025 com R$ 2,63 trilhões, segue pesado em produtos bancários. No outro extremo, o atalho: pesquisadores da FGV e da USP acompanharam 19.646 brasileiros que começaram a operar day trade — dos 1.551 que insistiram por mais de 300 pregões, 97% perderam dinheiro, e só 1,1% ganhou mais que um salário mínimo por mês. O rico não está em nenhum dos dois extremos. Quando os relatórios são cruzados, quatro princípios se repetem: preservar vem antes de multiplicar (a regra número um de Buffett: nunca perca dinheiro); o horizonte é de décadas, não de meses — em março de 2020, com o mercado derretendo, quase metade dos milionários entrevistados pelo UBS não mexeria em nada e 37% planejavam comprar mais; renda vem do patrimônio, não do trabalho — não por acaso, os capitais de brasileiros no exterior somaram US$ 654,5 bilhões em 2024; e processo, não palpite — no maior estudo já feito com milionários americanos, mais de 10.000 entrevistados, 79% não receberam herança nenhuma e nenhum apontou acertar uma ação como fator principal de enriquecimento. O que apareceu foi investimento consistente, todo mês, por décadas. E aqui está a virada que resume o vídeo inteiro: quando você enxerga o padrão, a pergunta muda. Deixa de ser "onde os ricos investem" e passa a ser "contra o que eles estão se protegendo". A resposta, na maioria das vezes, é deles mesmos. Comitê, mandato, regra de rebalanceamento, gestor independente — barreiras entre o impulso e o dinheiro, porque o maior risco de um patrimônio raramente é o mercado: é o comportamento do próprio investidor. No fim, a maior posição da carteira de um bilionário não é ação nem private equity. É tempo. E essa é a única posição que não se compra com dinheiro — se constrói com estrutura, processo e a humildade de aceitar que o plano feito com a cabeça fria vale mais do que qualquer ideia genial do dia. Porque rico, no fim das contas, não é quem acerta mais. É quem erra menos — e faz isso por mais tempo. 📱Me acompanhe: 📸 Insta Problema de Rico (@problema.de.rico): instagram.com/problema.de.rico #educaçãofinanceiracdv 📱Me acompanhe: 📸 Insta Problema de Rico (@problema.de.rico): instagram.com/problema.de.rico #educaçãofinanceiracdv

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