AUTISMO: treinando a atenção (parte 1) - Prof. Dr. Lucelmo Lacerda
Descrição
Conheça a nossa Pós-Graduação em ABA, agora reformulada, com novos Professores (100% Mestres e Doutores): https://www.cbiofmiami.com/pos-aba A atenção parece um comportamento "natural", mas, na verdade, é uma competência que pode ser aprendida sem um ensino explícito ou pode necessitar de treinos atencionais específicos. Pessoas com Perturbação do Espetro do Autismo - PEA e Perturbação de Défice de Atenção e Hiperatividade - PDAH, por exemplo, precisam usualmente de um planeamento e ensino específico, e é disso que falamos neste vídeo. Artigo sobre a modelagem: https://comportese.com/2015/04/29/dica-de-video-entenda-o-conceito-de-modelagem Mestrado em português sobre Treino de Comunicação Funcional: https://tede2.pucsp.br/handle/handle/21239 Inscreva-se na lista de transmissão do WhatsApp para receber os vídeos e textos que publicamos: https://api.whatsapp.com/send?phone=5512996274550&text=Quero%20participar%20da%20lista%20de%20transmiss%C3%A3o%20sobre%20Autismo%2C%20Educa%C3%A7%C3%A3o%20Especial%20Inclusiva%20e%20An%C3%A1lise%20do%20Comportamento Lucelmo Lacerda é Professor, Doutor em Educação pela PUC-SP com estágio pós-doutoral em Psicologia na UFSCar, Psicopedagogo, Professor da Especialização em ABA do CBI of Miami e da Especialização em Autismo da Universidade Federal de Tocantins, atuou como especialista no Grupo de Trabalho do Conselho Nacional de Educação Especial para a elaboração de novas Diretrizes Nacionais de Educação Especial. Para adquirir o livro Transtorno do Espectro Autista: uma brevíssima introdução, do Prof. Lucelmo Lacerda: https://lunaaba.com.br/livro-transtorno-do-espectro-autista E-mail para contacto: lucelmolacerda@gmail.com Clínica de Intervenção Luna ABA: https://lunaeducacao.com.br/ Redes sociais Instagram: www.instagram.com/lucelmo.lacerda/ www.instagram.com/aba.luna.autismo/ Facebook: www.facebook.com/prof.lucelmo/ www.facebook.com/lunaabaBR/ #autismo #analisedocomportamento #ensinonaturalistico
Transcrição completa
📺 Ver na TV VintageOlá, pessoal, tudo bem? Estou aqui de volta. O pessoal pediu para fazer um vídeo sobre treino atencional, é isso que vou fazer agora.
Então, hoje vou falar o que é o treino atencional.
Como é que se faz? Então, vou dar um exemplo aqui, vou pegar um exemplo fictício, vou dar um exemplo de como faríamos este treino atencional, certo?
E vou fazer, eh, como elaborar o registo, como é que eu elaboro a forma de registar, não preciso procurar em algum lugar e como é que eu registo de facto.
São estas quatro coisas que vou falar hoje neste vídeo. Então, fica aí para conversarmos, está bem?
O meu nome é esta ciência maravilhosa, por isso fazemos estes vídeos para partilhar convosco um pouco deste conhecimento.
Então, vamos lá. Treino atencional, pessoal. Porquê treino? Esta palavra treino, ela, ela é mal vista até entre muita gente, não é?
Porque não faz uma orientação, assim.
Porque é que não falamos só orientação? Porque vejam, vamos imaginar um menino que não consegue prestar atenção, pensem só alguns minutos.
Eu digo-lhe: deixa-me orientar-te. Precisas de prestar atenção 4 horas. Achas que isso resolve?
Não, não resolve.
Há alguns tipos de habilidade em que a orientação não vai resolver.
Se eu, se eu te orientar sobre como funciona um violão, tu começas a tocar, pegas e tocas como o Hermeto Pascoal, não.
Precisas de treinar. Então, treino é uma palavra que explica a necessidade do indivíduo.
Claro, ser instruído, não é? Aí também depende da habilidade e da prática até adquirir fluência.
É, esta é a ênfase. Eu poderia falar em ensino atencional também.
Eh, só que o ensino, eh, eh, o ensino depende, pelo menos do ponto de vista dos analistas do comportamento, da aprendizagem do outro, portanto, no final das contas seria treino.
Mas usamos esta expressão muitas vezes para salientar esta dimensão prática. Então, vamos para a prática, não é?
O que determina são inúmeros treinos atencionais, inúmeros, inúmeros, milhares, sei lá, não é?
Qual é que vou utilizar com a criança que estou a atender ou com o meu filho?
Então, tenho de ter dois critérios para avaliar qual é o treino atencional ou os treinos que vou utilizar com o indivíduo.
Primeiro, relevância.
É socialmente relevante para a vida dele agora? Sim ou não? Não posso pegar uma coisa absurda assim, quero que o indivíduo fique a fazer uma meditação agora, se agora ele precisa de outra coisa, percebem?
Então, preciso saber se é socialmente relevante para ele neste contexto.
Então, eu sempre parto do que é importante para o indivíduo. E aí tem de se ter atenção, não é para os pais, é para o indivíduo, OK?
Então, primeiro passo, relevância, segundo passo, pré-requisito, presença de pré-requisito.
Vou imaginar que eu quero que o indivíduo, vou voltar a este tema da meditação, que pode ser muito importante para muitas pessoas, por exemplo, para a questão da regulação emocional, não é?
Digamos assim, um pouco mais para a frente.
Mas se estou a falar de um menino severo, que não consegue sequer fazer contacto visual, agora vou fazer meditação, não há condições.
Primeiro tem de se ensinar contacto visual, sentar, esperar, e assim por diante.
Então, tudo depende da relevância para a vida do indivíduo e se ele tem os pré-requisitos para aprender, para eu poder ensinar-lhe aquela habilidade específica.
E aí tenho de fazer uma avaliação. Avaliação é uma coisa complexa.
Obviamente não vou cobrir este tópico aqui, mas vejam aí, já tenho alguns outros vídeos, vou ter de colocar um cartão aqui sobre a avaliação que fiz com a doutora.
Então, já explorámos um pouco este tema.
Então, vou descrever uma hipótese, um menino hipotético, uma situação hipotética, mas com certeza é muito parecido com muitos casos de pessoas que estão a assistir.
Mas prestem atenção, apesar de eu estar a elaborar esta hipótese, não estou aqui a dar um milhão de detalhes e, portanto, isto que estou a falar não pode ser tomado como uma prescrição.
Ah, ele falou, parece que o meu filho, então vou fazer igualzinho, disse que vai dar certo.
Não, o ideal é estudares mais sobre isso, estudares, não é, para teres um conhecimento mais global para fazeres a tua avaliação deste indivíduo, certo?
Então, vamos lá. Vamos imaginar o Joãozinho. O Joãozinho é um menino com autismo, com autismo leve, certo?
Ele tem alguns requisitos, está bem? Joãozinho, quando falamos com ele, ele entende.
Ele entende o que é falado, mesmo falas um pouco mais complexas. O Joãozinho também fala, fala bem, o Joãozinho.
Ele é um menino que fala bem.
Ele, eh, ele academicamente, tem um desempenho razoável, talvez não seja o melhor da turma, mas tem um desempenho que consegue acompanhar, não é?
Bom, aí, o que acontece é o seguinte, no momento de pandemia, ele senta em frente à sala de aula e em frente ao ecrã, não é?
E aí não estou a discutir como é que ele fazia na sala de aula. Aí é outra questão, não vou, não vou colocar nesta hipótese.
Mas ele senta em frente ao computador, não é? E ele consegue assistir à aula, consegue entender o que o professor falou e consegue dar conta, digamos assim, quando ouve sobre uma matéria sobre atividades em relação a isso.
Então, este é o conjunto, eh, de pré-requisitos. Aliás, há outros dois importantes. Ele tem ecoico, ou seja, quando alguém fala uma coisa, ele sabe repetir.
Tem de ser um operante verbal, chamado.
E ele sabe emitir um outro operante verbal chamado mando, ou seja, ele pede coisas, não é, para outras pessoas.
Então, no caso dele, ele pede de uma maneira vocal, falando, não necessariamente precisaria ser, mas ele fala, certo?
Qual é o problema? O Joãozinho senta-se em frente à televisão ou ao computador e começa a assistir à aula.
Vou imaginar que a mãe dele seja uma pessoa diligente, não é, atenta e que tem tempo para fazer isso, não é?
Então, ela senta ao lado dele.
Quando dá 10 minutos de aula, melhor, vamos colocar assim.
12 minutos, vamos 10 minutos de aula, ele diz:
Ai, eu quero sair, não quero mais.
Ele diz:
A mãe diz:
Não, não senhora.
A aula são 3 horas, porque digamos que a aula seja contínua, não é gravada nesta escola, não é?
É, aí ele diz:
Não, não quero.
A mãe diz:
Não, não senhora, tem de assistir à aula.
Aí está bem, ele continua.
Daqui a pouco, quando dá 11 minutos, eu começo:
Eu não quero, eu não quero.
A mãe diz:
Mas tens de assistir a isto. É a aula, é a obrigação, não é, não fazemos só o que queremos.
Ele continua.
Aí, daqui a pouco, ele pega e começa a bater-se. E começa a dar um grito forte. E começa, aí a mãe diz:
Está bem, está bem.
Está bem. Não quero, não quero, não quero, não quero. Não vou obrigar ninguém. Daí ele sai e perde a aula.
Vamos trabalhar então com esta hipótese do Joãozinho, está bem?
Agora, vamos fazer em primeiro lugar aquilo que temos de fazer com qualquer comportamento antes de intervir. Qualquer um.
Não é? Vamos, eh, fazer um processo que chamamos de operacionalização. Vamos pensar qual é a contingência em que isto está a acontecer.
Porque normalmente vamos dizer assim, ele é preguiçoso. Ah não, que ele é desatento.
Vamos atribuir um nome a um estado mental que o faz comportar-se assim. Isso não tem, não tem qualquer utilidade.
Não é? Agora, se operacionalizarmos, colocarmos isso numa contingência, eu sei que muita gente diz, não, não estou a entender nada aqui.
Então, assistam os vídeos aqui do canal, o canal aqui, porque há muita coisa em relação a isso, está bem?
Vou colocar aqui no cartão final também um vídeo sobre a agressividade, mas acho que tem tudo a ver com isso, eu explico bem isso.
Então, vamos lá. Em primeiro lugar, vamos pensar no antecedente, comportamento e consequência.
Porque isso é a operacionalização, precisamos ter este olhar, esta análise, está bem?
Então, vejam, ele é um indivíduo que se comporta durante 10 minutos, certo?
Então, ele comporta-se atentando, atenção é atentar, é um comportamento. Então, ele atenta 10 minutos.
Em 10 minutos, aqui seria a aula. Depois de 10 minutos, ele está esgotado, vamos dizer assim.
Ou seja, ele emitiu um comportamento bastante e agora não consegue mais emitir.
Não é? E aí ele emite um comportamento adequado para sair, não quero mais assistir.
Adicionado. Este comportamento adequado tem que consequência? A mãe diz:
Não, senhor, pode continuar.
Não tem consequência reforçadora.
Ele é posto em extinção, ou seja, ele fica sem consequência.
Dependendo do tom de voz da mãe, por exemplo, este comportamento pode até ser uma consequência punidora, ou seja, uma consequência que vai, eh, diminuir a probabilidade de ele emitir o comportamento adequado porque a mãe foi assim meio áspera, talvez, depende do caso, não é?
Neste exemplo que dei aqui, também depende de como o indivíduo se comporta, talvez esta consequência da mãe seja punidora, ou seja, diminui a probabilidade de ele emitir comportamento assim, talvez seja reforçadora, porque de alguma forma é atenção.
Mas vamos imaginar que seja uma extinção, ou seja, ele não consegue sair daquela situação comportando-se de maneira adequada.
Aí, ele vai comportar-se de uma maneira inadequada. Aí, ele vai comportar-se de uma maneira inadequada, não quero mais.
Mas um pouco inadequada, não é? Num certo nível.
Aí a mãe diz:
Não, senhor, não fazemos só o que queremos, pode continuar.
Ou seja, mesmo comportando-se de uma maneira inadequada, vamos chamar assim de média, ele não consegue.
Aí ele faz aquele comportamento no pico mesmo, ele bate-se, que é um comportamento gravíssimo, gente.
Gravíssimo bater-se. Porque bater no rosto uma, duas, três, quatro vezes, pode não causar uma lesão mais forte, mas pode, dependendo da forma como bater, e também, se isso for reforçado, pode gerar uma situação em que ele se vai magoar num nível muito mais grave, não é?
Então, é muito grave, quando o comportamento é muito grave, aí a mãe cede. Ou seja, a mãe está a selecionar.
Claro que sem saber, ninguém é obrigado a saber isso, não é? Mas sem saber, ela não, não reforça o comportamento adequado, não reforça o comportamento inadequado médio e reforça o comportamento super inadequado.
Só ele é que funciona. E, portanto, se ele dá acesso à possibilidade de não sair e não prestar mais atenção ali, porque para ele é muito desgastante, significa que este comportamento muito inadequado pode aumentar, aumentar, aumentar, até ele ficar num nível insuportável.
Conheço muitas famílias que estão numa situação absurda, não é?
Pois bem.
Então, não vamos colocar uma extinção, vamos deixá-lo livrar-se, só que ele vai livrar-se menos.
Então, vejam, se ele se bater, só 5 minutos.
Se ele pedir por favor, 15 minutos, olhem aqui, estou a reforçar, estou a privilegiar este caminho.
É treino de comunicação funcional. Então, a resposta de comunicação funcional é pedir. Dá-me uma pausa, por favor, mamãe.
Estou a explicar, gente, dentro de uma hipótese do Joãozinho, se fosse outra criança que não falasse, era ou era totalmente diferente, está bem?
E não vou explicar isso aqui agora porque não dá para falarmos todas as hipóteses aqui, está bem?
Eh, então não vou colocar em extinção, certo?
Pois bem.
Então, está bem. Então, estou a admitir que o Joãozinho é o menino que só consegue ficar 9 minutos e paciência, a vida é assim?
Não, senhor.
Não, senhor.
Queremos que o Joãozinho assista à aula inteira de uma vez, 50 minutos, não é?
De uma vez.
É isso que queremos, talvez duas aulas como se faz na escola, é isso que queremos. Mas como é que fazemos para lá chegar?
Vamos colocar um critério de aprendizagem. Isso é modelagem, gente.
Modelagem é o quê? É ires aos poucos aqui.
Se eu puser o Joãozinho, se eu o amarrar, puser para assistir à aula, com os olhos abertos durante 4 horas, primeiro que é um absurdo, não é?
Mas assim, é um exemplo mais absurdo. Como é que se faz para alguém ficar 4 horas a tentar prestar atenção, não há como.
Não há como pedires a um indivíduo que consegue fazer isso, que o faça de uma vez só. Isso não existe.
Não é? Isso é modelagem, é o principal procedimento em muitos casos.
Em muitos casos é a modelagem. Então, preciso primeiro um pouco, depois um pouco, um pouco, um pouco.
Então, vamos supor o seguinte, que eu ponho o seguinte critério de aprendizagem. Primeiro, se o Joãozinho num dia não pedir nenhuma vez antes da hora, não tiver nenhuma crise.
E pelo menos duas vezes, ele disser que com 9 minutos, está OK, que ele pode ficar um pouco mais, pelo menos duas vezes, então vou aumentar o tempo.
Não vai ser mais de 9 minutos.
Digamos que vou colocar aí o tempo, ó, por volta de 20% a mais.
Sempre vou colocar mais ou menos nesta, neste tempo. Então, vou aí para mais ou menos 11 minutos.
Então, agora, não é mais 9 minutos que vou perguntar-lhe, é com 11 minutos.
Certo? E aí é o mesmo critério de aprendizagem, e aí vai ser mais difícil para ele.
Portanto, vai haver mais dias em que, antes dos 11 minutos, ele vai pedir para sair antes, daí vou dar um reforcinho, reforçar, não, não a, a, a de 15 minutos, mas é de 5 minutos, pode ser que ele tenha aí, tenha uma crise, mas é muito improvável, então, mas é 11 minutos.
Quando? Quando ele passar um dia inteiro sem pedir antes do tempo e, e pedindo pelo menos duas vezes para continuar mais um pouco de tempo, aí vou aumentar mais 20%, vou para 14 minutos.
E assim por diante, e assim por diante, mais 20%, 20%, até o meu comportamento objetivo final.
Qual é o meu comportamento objetivo? Não sei.
Depende do tipo de escola, depende da cultura da família, depende do que vocês entendem dentro do vosso contexto, pode ser 50 minutos, pode ser duas aulas, pode ser, não é?
Portanto, duas etapas de 50 minutos, 100 minutos, não é, uma hora e 40 20 minutos.
Depende do que queres, depende do lugar onde ele estude, se ele estudar numa escola super rígida, que tem tempos de atenção muito maiores, o teu comportamento objetivo vai ser maior, se selecionares uma escola mais alternativa, com mais tempos, eh, mais, eh, tempos de período de intervalo entre uma aula e outra, para os alunos saírem de uma sala para outra.
Enfim, depende do contexto do, do indivíduo com o qual trabalhas, beleza?
Bom, mas é difícil controlar isso, hein? Tens um registo bacana, hein?
Então, é isso que vamos fazer agora. Agora vou ensinar-vos a registar. Vou criar o registo aqui na hora, não é?
Vou colocar o registo aqui na hora, podem fazer igualzinho, podem fazer diferente, depende das vossas necessidades.
Pois bem.
O vídeo está muito grande. Então, em vez de eu, de eu vos mostrar o programa e toda a estrutura de registo aqui, só vou falar quais são as questões que precisam ser registadas e aí vou fazer outro vídeo no Word mesmo, vou, vou e vou mostrar-vos como é que é isso, como é que se constrói esta tabela, está bem?
O que é que precisas de registar? Como é que é o processo de registo? Precisas de ter impresso, não é?
E aí vais fazer este registo à mão.
Então, eh precisas de registar o seguinte: quantas vezes ele conseguiu passar o período inteiro?
Então, vais registar, certo? Podes colocar lá uma questão só para fazeres um xizinho.
Quantas vezes, após o intervalo inteiro, ele conseguiu estender mais o tempo?
Daí vais também colocar um X, certo? Eh, já deixas isso pré-determinado numa tabela.
Eh, quantas vezes ele teve naquele dia o comportamento inadvertido.
Daí vais marcar, em que período foi? Por isso é importante, às vezes, às vezes é mais no começo, às vezes, às vezes é mais no fim.
Então, podemos ter aí uma informação adicional em relação a isso, não é?
Eh, quantas vezes ele pediu adequadamente, mas antes do período, não é?
E e e aí fazes um x, certo? E mais uma questão importante.
Eh, quando chegou o período, por exemplo, se ele pediu sozinho ou se tiveste de dar ajuda?
E mais, qual é o tipo de ajuda? Porque vão ver que no programa, temos de escrever como é que tiramos essa ajuda, não podemos dar ajuda até ao fim da vida.
Não é? Porque o nosso objetivo é sempre a autonomia. Então, temos um critério para retirar. Então, isso também é importante.
Eh, a ajuda que deste e o tipo de ajuda. Podes ter um protocolo hoje é, tipo de ajuda, porque estou num certo nível, podes colocar lá que é esse tipo e aí sempre que colocares que deste ajuda, já sabemos que é aquela ajuda, está bem?
Mas assistam o segundo vídeo, porque a parte dois, porque lá vou mostrar tudo certinho, vocês vão, eh, vai clarear, não é?
Como é que é o processo de como é que eu coloco o programa, escrevo o programa e como é que eu faço a folha de registo e uma coisa está relacionada à outra, está bem?
Não percas o segundo e para poderes operacionalizar, porque é isso que também pode fazer outros programas, outras coisas, ensinar outras coisas ao teu filho.
Pessoal, se ficaste até aqui, confessa que gostaste do vídeo. Viste que não é um vídeo feito de qualquer maneira, é um vídeo estudado, com roteiro, sabes?
É caprichado para ti. Então, não é possível que não dês um like para nós.
Um likezinho aqui e que não te inscrevas no canal e não atives o sininho, põe todos para receberes todos os vídeos.
Porque estamos a fazer muita coisa legal aqui, não é?
Para poderes consumir este conteúdo aqui, beleza? E mais, e partilha com os pais, tu pões partilhar.
E tu mandas para os grupos de pais, grupos de profissionais. Imaginas isso a chegar a muitos pais e a poder ajudar muitos pais que estão, não é?
A sofrer nesta, nesta pandemia, podes ajudar. Estou a fazer a minha parte aqui, espero que faças a tua também e partilhes este vídeo nestes vários lugares e vemos-nos no próximo, não é, a tentar partilhar conhecimento convosco, está bem?
Um grande abraço, até à próxima, tchau.
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