Diferenças entre burnout, ansiedade e depressão 🚨
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Diferenças entre burnout, ansiedade e depressão 🚨 FICHA TÉCNICA: Jairo Bouer – Gestão Médica e Gestão Técnica Guilherme Ravache - Gestão Comercial e Gestão de Operações Alexei M. - Gestão Tecnológica e Infraestrutura TI Ruy Bouer - Suporte Administrativo e Suporte de Gestão Priscila Ferraz - Editora Redes Sociais Tatiana Pronin - Editora Site José Roberto Miney - Editor Site Alexandre Cardoso - Edição e Arte Jéssica Tangerino - Edição e Arte Giulia Poltronieri - Redação Milena Alvarez - Redação Carmen Guaresemin - Redação Fausto Fagioli - Redação Siga-me nas redes sociais: INSTAGRAM @Jairoboueroficial TWITTER @JairoBouerDr SNAPCHAT: JairoBouerDr Site: doutorjairo.uol.com.br
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📺 Ver na TV VintageDoutor, burnout, ansiedade e depressão.
É tudo a mesma coisa?
Como saber o que é que eu tenho?
A tua pergunta é muito boa porque ela reflete uma dúvida que é comum.
Burnout, depressão, ansiedade, é tudo igual, é diferente, como saber o que eu tenho?
Então, essas dúvidas são muito frequentes, são muito comuns.
E elas apontam para nós, na verdade, uma certa sobreposição de alguns sintomas comuns.
Todos eles são diagnósticos, são entidades distintas, quando pensamos numa classificação de doenças.
Mas, para a pessoa, o que importa é o que ela está a sentir e qual é o melhor tratamento.
O burnout, ou síndrome do esgotamento profissional, foi e é considerado atualmente uma doença ocupacional.
Ou seja, tem a ver com as relações que a pessoa estabelece com o seu trabalho.
Então, normalmente, o esgotamento físico, o esgotamento mental, tem a ver com uma carga excessiva de trabalho,
com relações pouco saudáveis no ambiente de trabalho, por um excesso de dedicação à sua ocupação,
o que acaba por provocar um cansaço, uma fadiga, um esgotamento, um stress e uma sensação de tensão permanente.
Os sintomas mais comuns do burnout, por conta dessa tensão e desse stress, são, muitas vezes, isolamento no ambiente de trabalho,
agressividade, dificuldade de concentração, dificuldade de atenção, um rendimento no ambiente de trabalho que deixa a desejar,
dificuldade de comunicar com os colegas ou com o seu líder para explicar o que é que está a acontecer.
Então, tudo isso acompanhado de um cansaço, de uma prostração, tanto física como mental.
Então, esses sintomas, ou esse conjunto de sintomas, podem constituir a síndrome de burnout.
Para a síndrome de burnout, muitas vezes é importante rediscutir as relações de trabalho, pensar muitas vezes em pausas, em férias, em afastamentos, em acompanhamento médico e psicoterapêutico.
Então, essas são as principais características do burnout.
O burnout também pode fazer com que a pessoa tenha alguns sintomas depressivos e também pode fazer com que a pessoa tenha alguns sintomas de ansiedade.
Por isso essa confusão.
Agora, o transtorno de ansiedade é diferente do burnout, o transtorno depressivo é diferente do burnout, embora os três possam dividir alguns sintomas em comum.
E mais, é importante lembrar que uma exposição crónica ao burnout pode levar o indivíduo a um quadro de depressão ou a um quadro de transtorno de ansiedade.
Se está a sentir um conjunto desses sintomas, dessas sensações que descrevemos aqui,
é muito importante que procure avaliação, que procure ajuda terapêutica, que procure ajuda do médico.
E mais importante, que repense, que rediscuta as suas relações com o seu trabalho.
É isso aí.
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