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𝗧𝗗𝗔𝗛 E DEPRESSÃO: Os sinais que você não pode ignorar

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Olá, seja muito bem-vindo, seja muito bem-vinda

a mais um episódio aqui do meu especial Desvendando o TDAH.

E nesta edição, o assunto mais votado, o tema mais votado lá no meu Instagram foi TDAH e depressão.

Qual a ligação entre os dois? Sabia que 70% das pessoas que possuem o défice de atenção e hiperatividade desenvolvem depressão ao longo da sua vida?

Qual seria essa ligação? Será que todo TDAH tem depressão?

Ou será que todo depressivo tem o TDAH?

A resposta vou dar daqui a pouco, aproveite, inscreva-se aqui no canal, ajude a crescer

e também clique no like, não deixe para depois, senão pode esquecer também.

Dê uma moral, clique no like aí, vá, vá, vá, clique, clique, clique, vá.

Bem, o TDAH e a depressão são doenças comórbidas.

O que é comórbida?

Comórbida quer dizer assim, ó, que uma doença pode desenvolver outras doenças, como por exemplo, TDAH é muito comum ver casos de bipolaridade, ver transtornos alimentares, a própria depressão, ansiedade e etc.

Por incrível que pareça, a maioria dos casos de TDAH são descobertos quando a pessoa vai ao médico com algum sintoma de depressão ou outra doença.

Não raras as vezes é comum o médico começar a tratar a depressão, ver que aquilo não está a dar muito certo, e depois com o tempo, com a terapia, descobre-se que o paciente, além da depressão, possui o TDAH.

Ou então, que aquele sintoma da depressão não é depressão, mas sim são sintomas do TDAH.

Isso porque um dos sintomas do TDAH, que já falei noutros vídeos, é a falsa imagem de si mesmo, não é?

É como se tivesse três pessoas, o TDAH, tem três pessoas.

A pessoa que está a trabalhar, no caso, o Carlos que está ali a gravar o seu vídeo neste momento.

Também ao mesmo tempo, tem o Carlos que fica a questionar tudo o que está a fazer, tudo o que vai fazer.

E tem também o outro Carlos que fica a chamar a atenção para o satélite da NASA que vai passar, para a cor do fundo do estúdio que ele tem, para o que vai fazer hoje à noite com a sua namorada.

Então esses três Carlos ficam ao mesmo tempo, isso é a cabeça do TDAH.

Por causa desse sintoma da doença, muitas vezes a pessoa não consegue criar, não é, não consegue trabalhar bem, não consegue estudar bem.

Então ela começa a achar que, ah, não, eu sou todo errado, ah, estou com problema, sou um problema, não faço nada bem, não paro num emprego, não paro com a minha namorada, sou uma negação.

E aí desenvolve esse sintoma da depressão, mas não é por causa da desregulação hormonal que muitas vezes é o início da depressão.

Não, acontece porque, porque no TDAH, essa visão vai-se acumulando, vai-se acumulando até sim.

Até gerar a depressão, os episódios depressivos. Como já referi no início deste vídeo, 70% das pessoas que possuem o TDAH desenvolvem depressão ao longo da vida.

Mas somente 30% dos depressivos, das pessoas que possuem depressão, a doença depressão, também sofrem de TDAH, ou seja, também têm a comorbidade do transtorno do défice de atenção e hiperatividade.

Então tenham muito cuidado na hora de se autoafirmar, sou TDAH ou tenho depressão.

Não consegue autoafirmar-se, vá ao médico, vá ao psiquiatra e exponha os seus problemas, exponha porque acha que é o TDAH, porque acha que é depressão ou outra psicopatologia que, com certeza, esse profissional vai guiá-lo para o caminho certo do seu tratamento.

E por falar em tratamento, vale lembrar, não é, como sempre se diz, quanto antes for diagnosticado o TDAH ou a depressão, mais rápido conseguirá tratar os sintomas.

Porque o TDAH não tem cura, não tem cura, tem tratamento e com este tratamento conseguirá ter uma vida muito melhor com o controlo da manifestação desses sintomas.

Seja a tomar os medicamentos, psicoterapia e também a terapia comportamental.

Existem diferenças para o tratamento de pessoas que têm TDAH, pessoas que têm apenas depressão e pessoas que têm TDAH e depressão.

Às vezes, o medicamento tem de ser diferente, na terapia, o terapeuta tem de ver qual é a queixa que vai trabalhar naquele momento específico.

E também ver mais a fundo como vai ser a sua psicoeducação, ou seja, a sua mudança comportamental, porque o tratamento para TDAH e depressão não vai funcionar apenas se tomar o medicamento.

É o medicamento mais a psicoeducação, ou seja, a mudança, mudança de hábitos.

Regulação dos seus hábitos para que consiga controlar esses sintomas e a manifestação desses sintomas. Muito utilizado na depressão e no TDAH, o mindfulness é perfeito para começar.

É uma espécie de concentração, mas na verdade, puxa-o para o momento presente, para aliviar um pouco da ansiedade, para fazer com que afaste pensamentos nocivos.

E além disso, também é super indicada a utilização de exercícios físicos, sim, vá dar uma volta no quarteirão.

Ah, vá subir escadas no seu condomínio.

Se conseguir, faça ginásio, comece a correr.

Se ficou com alguma dúvida ainda sobre TDAH e depressão, deixe aqui no seu comentário que em breve vou responder.

Talvez até faça um vídeo sobre esse assunto, deixe o seu likezinho aí se esqueceu de deixar o like até agora.

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E siga-me lá no Instagram @CarlosAlmada.

Toda semana há um inquérito para ver qual o vídeo da semana.

Espero ter ajudado, até o próximo vídeo.

Tchau, tchau.

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