What is imposter syndrome and how can you combat it? - Elizabeth Cox
Descrição
Explore a psicologia por trás da síndrome do impostor e receba dicas sobre como combater sentimentos de dúvida em relação às suas conquistas. -- Mesmo após escrever onze livros e ganhar vários prémios, Maya Angelou não conseguia escapar à dúvida de que não tinha merecido as suas conquistas. Este sentimento de fraude é extremamente comum. Por que razão tantos de nós não conseguimos afastar a sensação de que as nossas ideias e competências não são dignas da atenção alheia? Elizabeth Cox descreve a psicologia por trás da síndrome do impostor e o que pode fazer para a combater. Lição de Elizabeth Cox, realizada por Sharon Colman. Apoie a Nossa Missão Sem Fins Lucrativos ---------------------------------------------- Apoie-nos no Patreon: http://bit.ly/TEDEdPatreon Consulte o nosso merchandising: http://bit.ly/TEDEDShop ---------------------------------------------- Ligue-se a Nós ---------------------------------------------- Subscreva a nossa newsletter: http://bit.ly/TEDEdNewsletter Siga-nos no Facebook: http://bit.ly/TEDEdFacebook Encontre-nos no Twitter: http://bit.ly/TEDEdTwitter Espreite-nos no Instagram: http://bit.ly/TEDEdInstagram ---------------------------------------------- Continue a Aprender ---------------------------------------------- Veja a lição completa: https://ed.ted.com/lessons/what-is-imposter-syndrome-and-how-can-you-combat-it-elizabeth-cox Aprofunde o tema com recursos adicionais: https://ed.ted.com/lessons/what-is-imposter-syndrome-and-how-can-you-combat-it-elizabeth-cox#digdeeper ---------------------------------------------- Muito obrigado aos nossos patronos pelo vosso apoio! Sem vocês este vídeo não seria possível! Divina Grace Dar Santos, Brian Richards, Farah Abdelwahab, Joe Meyers, Mikhail Shkirev, Raphaël LAURENT, Malcolm Callis, Sweetmilkcoco, David Matthew Ezroj, Ever Granada, fatima kried, Begum Tutuncu, Lala Arguelles, Mehmet Sencer KARADAYI, Christian Kurch, SungGyeong Bae, Luis Felipe Ruiz Langenscheidt, Joe Huang, Rohan Gupta, Senjo Limbu, Martin Lau, Robson Martinho, Jason Garcia, Cailin Ramsey, Aaron Henson, John Saveland, Nicolle Fieldsend-Roxborough, Venkat Venkatakrishnan, Sandy Nasser, QIUJING L BU, Yoga Trapeze Wanderlust, Jaron Blackburn, Alejandro Cachoua, Thomas Mungavan, Elena Crescia, Edla Paniguel, Sarah Lundegaard, Anna-Pitschna Kunz, Tim Armstrong, Erika Blanquez, Ricki Daniel Marbun, zjweele13, Judith Benavides, Ken, e Caitlin de Falco.
Transcrição completa
Mesmo depois de escrever 11 livros e ganhar vários prémios de prestígio,
Maya Angelou não conseguia escapar à dúvida persistente de que não tinha realmente merecido as suas conquistas.
Albert Einstein experimentou algo semelhante.
Ele descreveu-se como um
As conquistas ao nível de Angelou ou Einstein são raras, mas o seu sentimento de fragilidade é extremamente comum.
Porque é que tantos de nós não conseguimos livrar-nos da sensação de que não merecemos as nossas conquistas, ou de que as nossas ideias e competências não são dignas da atenção dos outros?
A psicóloga Pauline Rose Clance foi a primeira a estudar este sentimento injustificado de insegurança.
No seu trabalho como terapeuta, ela notou que muitos dos seus pacientes universitários partilhavam uma preocupação: embora tivessem notas altas, não acreditavam que mereciam os seus lugares na universidade.
Alguns até acreditavam que a sua aceitação tinha sido um erro de admissão.
Embora Clance soubesse que estes medos eram infundados, ela também se lembrava de sentir exatamente o mesmo na pós-graduação.
Ela e os seus pacientes experimentaram algo que tem vários nomes: fenómeno do impostor, experiência do impostor e síndrome do impostor.
Juntamente com a colega Suzanne Imes, Clance estudou pela primeira vez o impostorismo em estudantes universitárias e docentes.
O seu trabalho estabeleceu sentimentos generalizados de fraude neste grupo.
Desde esse primeiro estudo, o mesmo foi estabelecido em relação a género, raça, idade e uma enorme variedade de ocupações,
embora possa ser mais prevalente e afetar desproporcionalmente as experiências de grupos sub-representados ou desfavorecidos.
Chamar-lhe síndrome é subestimar o quão universal é. Não é uma doença ou uma anormalidade,
e não está necessariamente ligada à depressão, ansiedade ou autoestima.
De onde vêm estes sentimentos de fraude? Pessoas altamente qualificadas ou realizadas tendem a pensar que os outros são igualmente qualificados.
Isto pode levar a sentimentos de que não merecem elogios e oportunidades em relação a outras pessoas.
E, como Angelou e Einstein experimentaram, muitas vezes não há um limite de conquistas que ponha fim a estes sentimentos.
Os sentimentos de impostorismo também não se restringem a indivíduos altamente qualificados.
Todos são suscetíveis a um fenómeno conhecido como ignorância pluralista, onde cada um de nós duvida de si mesmo em privado,
mas acredita que está sozinho a pensar assim, porque ninguém mais expressa as suas dúvidas.
Como é difícil saber realmente o quão duro os nossos colegas trabalham, o quão difíceis acham certas tarefas,
ou o quanto duvidam de si mesmos, não há uma maneira fácil de descartar a sensação de que somos menos capazes do que as pessoas à nossa volta.
Sentimentos intensos de impostorismo podem impedir as pessoas de partilharem as suas grandes ideias ou de se candidatarem a empregos e programas onde se destacariam.
Pelo menos até agora, a forma mais infalível de combater a síndrome do impostor é falar sobre ela.
Muitas pessoas que sofrem da síndrome do impostor têm medo de que, se perguntarem sobre o seu desempenho, os seus medos sejam confirmados,
e mesmo quando recebem feedback positivo, muitas vezes não consegue aliviar os sentimentos de fraude.
Mas, por outro lado, ouvir que um conselheiro ou mentor experimentou sentimentos de impostorismo pode ajudar a aliviar esses sentimentos.
O mesmo se aplica aos colegas. Mesmo simplesmente descobrir que existe um termo para estes sentimentos pode ser um alívio incrível.
Uma vez que esteja ciente do fenómeno, pode combater a sua própria síndrome do impostor recolhendo e revendo feedback positivo.
Uma cientista que se culpava constantemente por problemas no seu laboratório, começou a documentar as causas cada vez que algo corria mal.
Eventualmente, ela percebeu que a maioria dos problemas vinha de falhas de equipamento e passou a reconhecer a sua própria competência.
Podemos nunca ser capazes de banir completamente estes sentimentos, mas podemos ter conversas abertas sobre desafios académicos ou profissionais.
Com o aumento da consciência de quão comuns são estas experiências, talvez possamos sentir-nos mais livres para sermos francos sobre os nossos sentimentos e construir confiança em algumas verdades simples.
Tens talento. És capaz. E pertences aqui.
Todos nós podemos precisar de um pequeno impulso extra de confiança às vezes. Descubra algumas dicas e truques para aumentar a sua com este vídeo.