A Música Que O Governo NÃO Quer Que Tu Ouças – Promessas de Fantasma!

Descrição

Esta não é só mais uma música. É a voz de um povo inteiro. É o grito que Angola já não consegue guardar. “Promessas de Fantasma” é um retrato fiel da realidade: 📌 Fome onde deveria existir abundância 📌 Hospitais sem condições 📌 Jovens sem futuro 📌 Líderes que prometem… e nunca cumprem 📌 Um país rico onde o povo vive como pobre Esta letra foi escrita com verdade, dor, revolta e coragem. Cada verso é um espelho da nossa luta diária. Cada palavra é aquilo que muitos sentem, mas não podem dizer. Se tu já viste tua família sofrer, se a rua já te ensinou a ser forte, se acreditas que o povo também tem voz, então esta música é tua. 🎧 Escuta com atenção. Sente cada linha. Partilha para que mais gente acorde. Angola está a sangrar… Mas o povo nunca vai parar de lutar. ✊🇦🇴 Se és desse povo… deixa teu comentário e diz de onde estás a ouvir.

Transcrição completa

[Música]

A rua está cansada,

O povo está cansado,

E o poder, o poder está a rir.

O pai sai de casa e volta sem nada,

Fila do hospital parece estrada abandonada,

A mãe no mercado com medo da zunga ser levada,

Polícia cobra gasosa,

Justiça está amarrada.

Prometeram emprego, mas só veio desespero,

Prometeram água e luz, mas a escuridão virou rotina.

A juventude está no lixo, futuro virou incerteza,

Nação rica de petróleo, mas no prato só tem sofrimento.

Cada eleição é batida, a mesma mentira repetida,

Vai melhorar, vamos mudar, no fim ninguém cumpre nada,

Só o povo é que paga.

Promessas de fantasma, palavras no ar,

Presidentes mudam, mas nada quer mudar.

Palácio vive cheio, rua vive a chorar,

Angola está a sangrar e ninguém quer estancar.

Um prometeu casas, mas o povo ficou sem chão,

Outro prometeu empregos, mas só aumentou a repressão.

Outro falou em combater a corrupção,

Mas a mala sumiu e o dinheiro ganhou asas.

Falaram em diversificar, mas só diversificou a dor,

Disseram educação para todos, mas faltou até professor.

Prometeram saúde moderna, mas a maca é do tempo do colono,

O doente morre na porta do hospital sem atendimento.

E quando o povo reclama... (Chamam de ingrato!)

Quando pede justiça... (Chamam de rebelde!)

Quando pede verdade... (Dizem que ataca o Estado!)

Mas quem ataca o povo, ninguém responde.

Promessas de fantasma, palavras no ar,

Presidentes mudam, mas nada quer mudar.

Palácio vive cheio, rua vive a chorar,

Angola está a sangrar...

A juventude carrega a bandeira com lágrimas no rosto,

Um país tão rico, mas para nós só chega o resto do desgosto.

O povo já não vive, apenas tenta sobreviver,

Enquanto os arrogantes no governo fingem não ver.

Angola pede socorro, mas quem ouve esse grito?

Quem cala o povo tem medo do seu próprio grito,

E mesmo sem força, sem pão, sem voz, o povo ainda luta porque Angola somos nós.

Um dia a promessa vai chegar,

Mas será do Governo ou do povo que vai erguer-se?