Relações e Acasalamento Animal | Macho Agressivo - Documentário
Descrição
A relação e o acasalamento entre seres vivos têm sido a chave para formar laços entre os indivíduos na natureza. PARTE 1: Relação e Acasalamento Animal. Macho Agressivo PARTE 2: Relação e Acasalamento Animal. Conflito Sexual PARTE 3: Relação e Acasalamento Animal. Tribo Nómada PARTE 4: Relação e Acasalamento Animal. Seres Sobrenaturais ▶ SUBSCREVA! http://bit.ly/PlanetDoc Documentários Completos todas as terças, quintas e sábados! ▶ Documentário na íntegra "Sobreviventes do Planeta Terra" http://pdoc.es/SurvivorsPE Desde o início da vida no mar, a adaptação tem ensinado os animais a estabelecer relações com outros seres. Ninguém no planeta quer estar para sempre sozinho, e todos os animais se rodeiam de estruturas sociais mais ou menos complexas, para aumentar as probabilidades de sobrevivência. Além disso, estas relações são ainda mais complicadas pela reprodução sexual, que implica a necessidade de formar casais e cuidar da prole, e isso torna-o simultaneamente mais possível e mais necessário desenvolver a inteligência social. A mente humana tem criado relações mesmo para lá do mundo real, procurando comunicar com seres superiores que nos possam ajudar a explicar as milhares de questões colocadas pelos nossos enormes cérebros. São estas relações que permitiram à humanidade colonizar toda a Terra. Alguns animais desenvolveram estratégias de acasalamento em que as relações estáveis não desempenham qualquer papel. Aqui na Patagónia, Argentina, o sexo é um assunto bastante mais violento. Na maioria dos casos, a vida é mais arriscada para os machos, porque eles ou têm sucesso ou falham, ao passo que quase todas as fêmeas acasalam. É por isso que a evolução tornou os machos maiores e mais agressivos. Este macho de elefante-marinho pesa 2.500 quilos. É capaz de copular com cem fêmeas numa única estação, quer elas queiram ou não. Não conseguirá comer, e mal dormirá, porque outros machos tentarão constantemente violar uma das suas fêmeas. E isso significa que terá de lutar. Se o aviso não funcionar e o invasor persistir, terá de lhe mostrar precisamente por que razão é o rei da praia. Para as fêmeas, um breve descanso antes de continuar. Isto é chamado de “poliginia” e para as fêmeas o evidente conflito sexual é uma garantia tanto da quantidade como da qualidade dos descendentes. Um pacto biológico que beneficia ambos os lados. É a fêmea quem deve escolher os melhores genes, porque os seus óvulos são poucos, limitados e valiosos, e, além disso, são elas que terão de cuidar da prole. Para um macho, o custo de um erro é insignificante, o seu esperma pode ser facilmente substituído. Quase todos os animais têm uma estação de acasalamento por ano, mas há duas espécies para as quais isto não é verdade: ratos e humanos. As fêmeas humanas estão sempre sexualmente ativas, e a infância é longa, por isso o casal precisa de ser uma unidade estável. E isso é de enorme importância biológica porque é vital para a sobrevivência da prole. Para a maioria dos mamíferos, o sucesso adaptativo dos machos baseia-se em acasalar com muitas fêmeas, dando depois pouca ou nenhuma ajuda na criação da prole. Assim, as fêmeas são muitas vezes deixadas a cuidar dos filhos sozinhas. Nos humanos, as gerações vivem em contacto próximo durante muitos anos, e o desenvolvimento cerebral da criança baseia-se em estímulos psicológicos, sociais e emocionais dos seus pares. Os Himbas são uma cultura matriarcal na Namíbia. Embora sejam nómadas, a sua forte cultura acompanha-os para onde quer que vão. Muitas vezes, o homem e a mulher devem investir esforços consideráveis na obtenção dos elementos necessários para a sobrevivência diária, como este berço de bétula, que o pai está a fazer para o novo membro do clã. Por esta razão, é importante que todos permaneçam juntos o máximo de tempo possível. Essa é a chave para o progresso humano – a família. A defesa cultural da família pode também ter-se desenvolvido como uma forma de salvaguardar a sua importante função biológica, para criar com sucesso uma nova geração. Esta é a Costa do Marfim, ao longo da costa atlântica de África. Aqui, a cultura de
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