Alerta de luxo e traição: um noir moderno que mistura perigo, dinheiro e segredos.

5 Atitudes Detestáveis de INFIDELIDADE FINANCEIRA

Descrição

Poucas pessoas se dão conta, mas os segredos financeiros podem ser devastadores para a vida de um casal. Atitudes como estas são conhecidas como infidelidade financeira ou traição financeira. E isto é mais comum do que pensa: 1 em cada 5 americanos admite ter escondido uma dívida, um cartão de crédito ou hábitos compulsivos. Aqui no Brasil, isto é tão comum que existem pesquisas no Google do tipo: “como guardar dinheiro escondido do marido”, “como ocultar bens” e até “marido que esconde finanças da esposa”. Aqui estão 5 atitudes detestáveis de infidelidade financeira: 1. Dívidas escondidas 2. Cartões de crédito escondidos 3. Hábitos compulsivos escondidos 4. Reserva financeira escondida 5. Proteção patrimonial unilateral Geralmente começa com atitudes pequenas (uma compra, uma conta ou um pouco de dinheiro), mas pode crescer para um nível muito mais grave. As discussões por dinheiro são sempre muito ofensivas, pois este representa poder, controlo e segurança. Isto traz outros conflitos. Ainda mais grave: a infidelidade financeira pode esconder outros problemas, como vício no jogo, álcool ou drogas. Solução: converse sobre dinheiro de forma aberta e clara. Não assuma sozinho essa responsabilidade. Assista agora ao vídeo e descubra como identificar estas atitudes antes que seja tarde demais. Se quer poupar tempo, esforço e dinheiro para mudar a sua vida financeira, recomendo o programa Minha Liberdade, onde mostro, passo a passo, como ganhar mais, gastar menos e investir melhor para alcançar a independência financeira. Saiba mais em http://minhaliberdade.com Após assistir ao vídeo, pode também reservar gratuitamente a sua vaga para participar nos meus workshops gratuitos através dos links abaixo: “Como Alcançar a Liberdade Financeira em 9 Meses”: https://events.genndi.com/channel/liberdade-financeira-em-9-meses “O Reformado Precoce”: https://events.genndi.com/channel/aposentado-precoce “3 Sacrifícios Para Alcançar a Liberdade Financeira”: https://events.genndi.com/channel/sacrificios-financeiros “Simplifique e Enriqueça”: https://events.genndi.com/channel/simplifique-e-enriqueca - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - Acompanhe o Quero Ficar Rico: - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - Blog » https://queroficarrico.com Instagram » https://instagram.com/QueroFicarRico Facebook » https://facebook.com/QueroFicarRico [Vídeo] 5 Atitudes Detestáveis de INFIDELIDADE FINANCEIRA Link para partilhar este vídeo: https://youtu.be/vGci3XpmQ28 Ficou com alguma dúvida? Deixe um comentário! Gostou do vídeo? Clique no Gosto, partilhe com os seus amigos e subscreva gratuitamente o canal para não perder os próximos vídeos. ==================== SOBRE RAFAEL SEABRA ==================== Sou Rafael Seabra, educador financeiro e fundador do QueroFicarRico.com. Sou autor do best-seller Quero Ficar Rico, livro mais vendido do Brasil segundo a Revista Veja (edição 2496). Já viajei por mais de 90 países porque mudei a minha vida para viver com liberdade. Amo o meu trabalho e posso trabalhar quando, como e onde eu quiser porque assumi as rédeas da minha vida financeira. Alcancei a minha liberdade financeira aos 30 anos e, desde então, a minha missão é ajudar outras pessoas a conquistarem este mesmo objetivo. Tenho atualmente mais de 20 mil alunos que caminham juntos rumo à independência financeira. Saiba mais em https://queroficarrico.com #InfidelidadeFinanceira

Transcrição completa

Poucas pessoas se apercebem.

Mas os segredos financeiros podem ser devastadores para a vida de um casal.

E, ao contrário do que muitas pessoas pensam, isso é mais comum do que imagina.

Aqui no Brasil ainda não temos muitas pesquisas sobre isso,

mas lá nos Estados Unidos, pelo menos um em cada cinco americanos afirma já ter escondido algo,

seja uma dívida, um cartão de crédito ou um hábito compulsivo.

Então, se quer perceber como a infidelidade financeira pode comprometer e até acabar com a sua relação,

Olá, Rafael Seabra aqui, autor do best-seller, Quero Ficar Rico.

E no vídeo de hoje quero falar sobre cinco atitudes detestáveis de infidelidade financeira, ok?

Primeiro, quero fazer dois pedidos muito importantes.

O primeiro deles é, clique já no like, clique no 'gosto' que está aqui em baixo.

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Então, feitas estas duas coisas super simples, que me ajudam e também o vão ajudar, vamos agora dar uma olhada nestas cinco atitudes detestáveis de infidelidade financeira.

A primeira delas são dívidas escondidas.

Infelizmente, muitas pessoas fazem isso.

Pedem um empréstimo escondido, muitas vezes, inclusive a amigos, a familiares,

não contam ao cônjuge e acabam não só comprometendo a sua vida financeira, mas muitas vezes comprometendo a relação com quem pediu o dinheiro emprestado.

Porque quando pede esse dinheiro emprestado, vai ter de o esconder do seu cônjuge, então há toda uma ginástica financeira para conseguir fazer esse pagamento sem que as pessoas saibam,

sem que acabe por envolver nesse esconderijo outras pessoas também e começa a criar toda uma relação em cadeia de desconfiança.

Então, se já fez isso, pare o quanto antes.

A segunda delas são cartões de crédito escondidos.

Então, além das pessoas que contraem dívidas escondidas, há também aquelas pessoas que contratam um cartão de crédito escondido,

que fazem um cartão de crédito, seja naquela loja para fazer um crediário, para poder utilizar especificamente ali,

ou mesmo fazem num banco, num desses bancos digitais, fazem um cartão de crédito escondido,

escondem-no, tentam ao máximo esconder a fatura, não deixam a fatura chegar a casa, só via e-mail ou algo do género.

E esta é uma das piores atitudes que pode ter.

Porque se perde o controlo do cartão de crédito, se falha no pagamento deles,

as dívidas, a taxa de juros do cartão de crédito são muito altas.

E por serem muito altas, vão tornar-se, vão criar todo aquele efeito de bola de neve, em que se não pagar a fatura integral, terá problemas no futuro.

Então, infelizmente, muitas pessoas também cometem esta infidelidade financeira, que é ter cartões de crédito escondidos.

O terceiro deles são hábitos de consumo compulsivo escondidos.

E este também é muito sério porque muitas vezes é preciso envolver outras pessoas.

São aquelas pessoas que fazem compras escondidas e as deixam em casa de um familiar, em casa dos pais,

ou muitas vezes usam até os filhos para manter esse esconderijo.

Exige o tempo inteiro que os seus filhos digam sempre a verdade, mas às vezes vai lá, compra alguma coisa escondida e pede ao seu filho para entrar às escondidas e guardar aquilo.

Ou faz com que eles mintam ao seu pai ou à sua mãe sobre este tipo de consumo.

Então, muitas vezes, estas compras escondidas não consegue sequer mantê-las por conta própria, precisa de envolver outras pessoas,

precisa de envolver os seus filhos, precisa de envolver os seus familiares, precisa de deixar coisas em casa da sua mãe, em casa do seu irmão.

Isso também vai comprometer a sua vida financeira.

Isso também é uma atitude de infidelidade financeira e que não pode acontecer.

A quarta delas seria uma reserva financeira escondida.

À primeira vista, isso pode até parecer saudável, porque muitas vezes um dos cônjuges é totalmente descontrolado e o outro assume essa responsabilidade.

Não, eu vou aqui guardar um dinheirinho escondido, porque se a outra pessoa souber, ela vai acabar por gastá-lo, então guardo-o escondido para se tivermos alguma emergência, termos essa reserva.

A princípio, isso pode ser uma coisa boa, mas sabemos que o inferno está cheio de boas intenções.

Então, muitas vezes, se a outra pessoa descobre, isso vai criar um problema consigo, ou em casos mais extremos, essa reserva financeira, pode tornar-se o que se chama de reserva de liberdade.

É aquela pessoa que já está a ver que a relação não está a ir por um bom caminho, que tem tudo para dar errado, então já começa a criar uma pequena reserva escondida para quando se separar, ter um dinheirinho separado.

Então, é mais uma daquelas atitudes que são, que é muito nociva à sua vida financeira, que é muito nociva à sua relação e que precisa de cuidar para que isso não aconteça.

O que pode começar com uma boa intenção, muitas vezes acaba em algo muito danoso.

A quinta delas seria uma proteção patrimonial unilateral.

A proteção patrimonial é algo que precisa de se preocupar, principalmente casais de alta renda, dependendo do tamanho do seu património.

Vale a pena, muitas vezes, contratar um planeador de património, um advogado que trabalha com essa área de proteção patrimonial, para, sei lá, criar uma holding patrimonial.

Dependendo do seu património, uma offshore, então, muitas vezes, isso é uma forma sim, muito inteligente de proteger o seu património.

Mas, quando isso é algo lateral, quando começa a perceber que só um dos cônjuges está a começar a estudar sobre isso, está a fazer isso escondido, está a marcar reuniões com advogados sobre isso,

pode ser um baita de um sinal de alerta também. Então, isso é mais uma daquelas atitudes de infidelidade financeira que pode estar a levar a relação para o fundo do poço.

Outro ponto que também gera muita discussão e aqui não é necessariamente uma atitude má de infidelidade financeira, são contas bancárias separadas.

Alguns casais usam, utilizam uma conta conjunta, outros uma conta separada.

E que fique bem claro, não há problema nenhum em manter contas separadas, desde que seja de comum acordo.

Se isso é algo que cria discussões constantes na relação, é muito melhor sentar, conversar e resolver essa situação.

Isso está relacionado com descontrole? Com falta de confiança?

Ou é simplesmente um hábito que se quer manter?

Dependendo do que esteja a planear, não está tudo bem.

Se preferem utilizar uma parte do vosso rendimento para as contas que são conjuntas, para os gastos que são comuns aos dois, e outra parte cada um administra da maneira que quiser, seja para investir para a sua reforma, e isso é de comum acordo, não há problema nenhum em manter contas separadas.

Se isso é um problema, é melhor sentar e conversar, ver se a raiz do problema está relacionada à falta de confiança,

e se for o caso, até para deixar mais transparência, mais tranquilidade, se os objetivos são comuns aos dois, talvez valha a pena ter uma conta conjunta.

E falei aqui sobre algumas atitudes, ah, detestáveis de infidelidade financeira, porque muitas vezes as pessoas não conseguem perceber,

mas elas começam bem pequenas.

São atitudes pequenas, aquela comprinha que faz às escondidas, aquela conta que tem por fora e não contou,

ou aquele pouquinho de dinheiro que está a guardar às escondidas, separa do seu salário para poder fazer aquelas comprinhas que só você quer saber.

Então, começa com uma coisa pequena e muitas vezes acaba por crescer a níveis muito, muito mais graves.

E há mais, o que muitas pessoas não percebem é que as discussões, quando estão relacionadas com dinheiro, são discussões geralmente sempre muito ofensivas.

Porquê? Porque dinheiro não é apenas um pedaço de papel.

O dinheiro tem um símbolo muito maior na sociedade, o dinheiro pode representar poder, pode representar controlo, pode representar segurança também.

E quando se discute sobre dinheiro, acaba por trazer à tona outros conflitos.

Existe uma relação de poder sobre, ah, quem ganha mais, quem ganha menos, ou quem é mais cauteloso e quem gasta mais.

Então, começa a envolver outras questões de, de, de controlo, às vezes quer dar uma dica do tipo, 'ei, modera', e a pessoa acha que está a querer ser controlada ou está a querer ser controlado.

Ou envolve a segurança financeira do casal, ou envolve essa relação de poder também, por essa questão de diferença de rendimentos entre cônjuges.

Então, é preciso estar muito atento para manter toda essa relação sobre o dinheiro sempre muito aberta.

Sempre muito transparente, porque acaba por criar conflitos muito maiores.

E não é, como eu disse, uma discussão sobre dinheiro pode ser muito ofensiva porque está relacionada a outros fatores que desencadeiam conflitos muito maiores.

E há um ponto ainda mais grave.

Estas atitudes de infidelidade financeira podem estar a esconder outros problemas ainda mais graves.

Quando as pessoas começam a esconder dinheiro, começam a esconder coisas relacionadas à sua vida financeira, isso pode estar a esconder vícios com jogo, vícios com álcool, vícios com droga, entre outras coisas.

Então, é muito importante que consiga identificar isso logo no início para resolver este problema de uma vez por todas.

E qual é a solução para estes problemas de infidelidade financeira?

É conversar sobre dinheiro abertamente, conversar sobre dinheiro de forma clara.

Precisa de fazer isso com o seu cônjuge, precisa de ser um jogo aberto.

Pôr as cartas na mesa, mostrar como está a situação financeira, mostrar como quer que seja e fazer com que os dois interajam e cheguem a um denominador comum.

Outra coisa muito importante é que se definam objetivos financeiros para o casal.

Porque às vezes os objetivos financeiros estão muito desalinhados.

Enquanto um cônjuge está a querer juntar dinheiro para viajar, o outro está a querer juntar dinheiro para trocar de carro.

Enquanto um cônjuge está a querer juntar um dinheiro para poder comprar um apartamento, o outro está a gastar de forma compulsiva,

fazendo com que não consiga acumular património, não consiga acumular dinheiro para aqueles objetivos que poderiam ser de ambos.

Então, é muito importante também definir objetivos financeiros que sejam comuns aos dois, que sejam objetivos financeiros para o casal.

E outra questão, não assuma essa responsabilidade sozinho(a).

Não há problema nenhum em um dos cônjuges ganhar mais do que o outro, problema nenhum.

Não há problema nenhum em um dos cônjuges ter um pouco mais de conhecimento financeiro sobre investimentos do que o outro.

Mas ambos precisam de assumir a responsabilidade de lidar com dinheiro, cada um à sua maneira.

Seja em relação a hábitos de consumo, seja em relação à mentalidade sobre dinheiro, seja em relação ao controlo do orçamento.

Um pode saber mais sobre investimentos e o outro ficar responsável por fazer o controlo do orçamento, por manter os gastos anotados, por manter o registo, por manter tudo aquilo sob controlo para não estourar no futuro.

Então, é possível dividir as responsabilidades financeiras.

As responsabilidades financeiras não estão relacionadas apenas a ganhar dinheiro ou a investir dinheiro, também estão relacionadas a poupar.

Então, cada um dos cônjuges pode assumir uma parte dessa responsabilidade.

Não é bom, não é saudável se apenas um dos cônjuges assume tudo sobre o dinheiro.

Se isso acontecer, é muito provável que venha a enfrentar problemas financeiros, venha a enfrentar, a vivenciar atitudes de infidelidade financeira,

e isso pode trazer sérios problemas para a sua relação, inclusive fazendo com que ela chegue ao fim.

Então, se preza pela sua relação, preze também por manter bons hábitos financeiros e por não cometer estas atitudes de infidelidade financeira.

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Tchau, tchau.