Chegamos na CIDADE MAIS BARATA do Brasil
Descrição
Como é a vida na CIDADE MAIS BARATA do Brasil? Hoje iremos conhecer com vocês a cidade de João Pessoa, situada no estado da Paraíba e conhecida por ser uma cidade barata, com um baixo custo de vida, mas com uma alta qualidade de vida, segurança e tranquilidade. João Pessoa é uma das melhores cidades para morar no Brasil. João Pessoa é uma cidade que muitos brasileiros escolhem para morar, ganhar dinheiro ou aposentar. É comum andar pelas ruas da cidade e encontrar brasileiros de outras regiões do país que decidiram morar em João Pessoa por conta das qualidades que a cidade tem. 👕 Conheça a INSIDER e use o cupom BIGBF para até 40% de desconto em todo o site da marca. Acesse: https://bit.ly/Insider_DB Nesse vídeo nós iremos mostrar pra vocês um pouco de como as pessoas vivem, trabalham, ganham dinheiro e moram nessa cidade do Brasil e também iremos apresentar algumas atividades pra se fazer em João Pessoa , a cidade mais barata do Brasil. A cidade de João Pessoa está situada no litoral da Paraíba, região Nordeste do Brasil, e é a cidade com o custo de vida mais baixo do país. Você teria coragem de morar nessa cidade do Brasil? Estamos em uma viagem livre e sem roteiro pelo mundo. Já visitamos 11 países e 15 estados do Brasil. Nosso objetivo é poder compartilhar com vocês as melhores e mais interessantes experiências nos destinos que visitamos. Assista a esses vídeos: Os brasileiros FICAM RICOS nesse país Americano - https://youtu.be/jLRUer24IlQ Chegamos no PAÍS MAIS BARATO da Europa - https://youtu.be/roFcvIKyPUM 💲 Parceiros e Descontos pra você: ✅ Nomad: https://nomad.onelink.me/wIQT/dreambig (Cupom DREAMBIG e garanta 20 dólares) ✅ Real Seguros Viagem: https://bit.ly/3tAQz1q ✅ Prime Gourmet 👉 Desconto em Passeios,Hotéis e muito mais: rede social de fotos no @dreambigbr ✅ Worldpackers - Viajar sem pagar hospedagem 👉 http://bit.ly/320e3LI (Use o cupom: DREAMBIG) ✅ Aluguel de Carros com desconto: https://bit.ly/3WKDwoR
Transcrição completa
A cidade mais barata do Brasil.
Calções masculinos 20 reais, calções femininos 25.
Mas também é a mais segura da região.
A cidade mais segura, é o preço mais barato em qualquer marginal do Brasil.
Está bem melhor do que no supermercado, viu?
Nem dá para comparar, não é?
Está a pagar um bom valor e a comida é super boa, muito variada.
E estamos a pagar esse mesmo valor para ficar numa casa completa.
Seguinte, pessoal, começando mais um vídeo hoje, diretamente de uma cidade que há muito tempo já vem sendo considerada a mais barata do Brasil.
A cidade mais barata do Brasil.
E claro, aproveitando que estamos aqui, vamos dar um passeio convosco, dar uma volta aqui pela cidade, mostrar-vos como é a vida, as atividades que há para fazer por aqui.
E obviamente, falar de preços, de valores, tudo o que formos fazendo, vamos atualizando-vos.
Mas antes de começar o nosso passeio, Renata, revela que cidade é esta onde estamos.
Bem, a cidade onde estamos é uma das nossas favoritas no Brasil.
Já perdi a conta de quantas vezes estivemos aqui.
Tem praia bonita, tem comida boa, sempre fomos muito bem recebidos aqui, além de ser uma cidade onde muitas pessoas sonham em morar.
Estou a falar de João Pessoa, a capital do estado da Paraíba e uma das melhores capitais para se viver no Nordeste do Brasil.
Bem, mas agora que já sabem em que cidade estamos, vamos então começar o nosso passeio de hoje aqui por João Pessoa.
Já por um dos lugares mais icónicos da cidade, que é a Praia de Tambaú.
Esta praia é uma das mais bem localizadas aqui na cidade, muito procurada pelos turistas, justamente porque é uma das mais estruturadas, com o maior fluxo de atividades e também de movimentação.
A Praia de Tambaú, de manhã, de tarde, de noite, é um lugar muito animado.
E hoje está a fazer um calorão e para refrescar, olha o que temos aqui, um coco gelado a suar, o bicho está transpirante, Renata.
Não é? E falando em calor, acho que estamos aqui numa das épocas mais quentes em João Pessoa, está mesmo quente, por isso temos de estar sempre a hidratar-nos, a beber água, de boné, de óculos de sol, se gostar, porque o calor aí está acima dos 30 graus.
Mas enfim, falando aqui do coco, olha como eles cortam aqui, que é diferente.
É para apoiar, para segurar melhor, porque o coco escorrega na mão, não é?
Sim, assim dá para segurar, ó, mais firme, e este coco aqui foi 3 reais, um bom preço, não é?
coração.
E olha estes cajus.
Que coisa linda.
Quanto é que está a acerola, meu irmão?
Quanto é que está o caju?
7 por 10, meu patrão.
7 por 10.
Caramba, olha esta acerola.
A acerola também.
Que coisa linda, meu amigo.
Bom trabalho, viu?
Nossa, cajus bonitinhos, não é?
Bem amarelinhos.
O caju é muito comum no Ceará também, na nossa terra.
Sim, acho que é a época do caju, por isso é que estamos a encontrar, a vender assim tão facilmente.
E olha o que de interessante encontrámos por aqui.
Existe um porta-sacos para lixo mesmo aqui no calçadão da praia.
E a Renata vai até exemplificar para vocês, olhem.
Puxam o saco aqui, há vários, não é?
Depois puxam e colocam o vosso coco, a vossa lata de refrigerante, o vosso lixo para não deitar na praia nem no chão aqui do passeio marítimo.
Exatamente, aqui está escrito, olhem, não deixem o vosso lixo na praia.
Então, é feito exclusivamente para vocês colocarem o vosso lixo no sítio certo.
Sim, um incentivo diferente, confesso que já viajámos pela maioria das capitais aqui do Brasil, não é?
E eu nunca tinha visto este tipo de porta-sacos para guardar o vosso lixo e deitar o vosso lixo.
Diferente, acho que muitas cidades deveriam aderir a isto.
É isso, então guardem o nosso que já vamos usar.
E na marginal da cidade é onde, obviamente, vamos encontrar
a maioria dos hotéis, dos alojamentos.
Só que, não sei se já conseguiram notar, mas aqui em João Pessoa não existem prédios altos perto da praia.
Isso tem um motivo, existe uma lei aqui na cidade que não se podem construir prédios acima de três ou quatro andares.
Precisamente para que o vento que vem do mar seja distribuído por toda a cidade.
Exatamente, e é até diferente esta lei, porque geralmente nas marginais, não é, das cidades, vemos aqueles prédios altos.
E conseguimos sentir a diferença, este diferencial aqui de João Pessoa em toda a cidade, este vento mais fresco, principalmente durante a noite.
Há um vento bem mais fresco do que noutras capitais do Nordeste.
Bem, mas vamos sair um pouco agora do passeio marítimo
e visitar a praia propriamente dita, pisar na areia.
Porque uma das vantagens aqui de João Pessoa é ser uma capital costeira.
Então, têm o contacto direto com o mar, que inclusive hoje está colorido, está bonito.
E vamos mostrá-lo a vocês bem de perto.
Olhem só como a praia está bonita hoje.
E está a ventar, não é?
Não é? A ventar bastante.
E o mar está com uma cor, nossa, tão bonito, um azul claro aqui na parte rasa.
E mais ao fundo, um azul um pouco mais escuro.
Maré baixa também, bom para tomar banho.
Está uma delícia.
E olhem o que encontrámos aqui para vender.
Um milho cozido, viram?
E queremos provar.
Quanto é o milho?
Há de duas formas. Há na espiga, que é menor.
Leva manteiga, sal, queijo ralado e pimenta, fica assim. E há no prato, que corto mais espigas para encher o prato.
Leva manteiga, sal, queijo ralado e pimenta, fica à vontade.
Eu quero uma espiga mesmo.
Uma espiga.
Dois ou um?
É, dois ou um mesmo.
Não, eu vou querer um para mim.
É dois, não é?
Manteiga, sal?
É, o que é que coloca em cima do milho?
É manteiga, sal, queijo ralado e pimenta. É você que escolhe.
Pode ser tudo mesmo.
Tudo?
Tudo.
Com pão, é?
É. Nossa, nunca vi colocar outra coisa assim em cima do milho.
É bom.
É gostoso.
É de gota.
Está bem.
Pode ser umas gotinhas só.
Duas?
Umas gotinhas para não ficar muito forte.
Eu gosto de pimenta.
Quer dizer, este moço gosta de pimenta.
Então no dele pode.
Pode pôr.
É.
O que ele vai sozinho dele.
É no bolso.
E há quem tenha na cidade para terminar.
Olha, é para ficar.
É todo um esquema aqui para preparar.
Obrigado a vocês.
Obrigado.
Obrigado.
Valeu.
Uhm, que milho gostoso!
Nunca vi temperarem tanto um milho assim na vida.
É pimenta, sal, manteiga. Vemos mais sal e manteiga, não é? Que é mais clássico.
Mas tudo isto não.
E acaba por, por, sei lá, dissolver-se, não é, todo o tempero.
Sim, ela rola, não é, para misturar, para não ficar só numa parte do milho, tem todo um esquema aí.
É uma ciência, meus amigos.
Vamos provar o milho?
Prova aí.
Sempre gostamos de pegar aqui, pá, não vou.
Está quente!
Espera um pouco, não te queimes.
Quem nunca queimou a boca a querer comer uma comida que acabou de sair do lume, não é?
Sim, ou acho que ontem já fiz isso.
Sim, então.
Vamos lá. Gostamos sempre de pegar um milho na praia porque é demasiado tradicional.
E aqui custou quanto, meu amor?
5 reais, não é?
Com todo este diferencial.
Achei um bom preço.
Uhum. Geralmente é esse o valor do milho.
Hum, muito bom.
E ela acertou no milho que escolheu para mim, porque está bem durinho, sabes?
Há quem goste mais mole, não é?
Não, eu gosto assim, é o milho verde, não é?
Nossa, muito bom.
Caramba.
Nota 10 para o milho na praia.
E este mar está lindíssimo, gente.
E muito convidativo para um mergulho.
Há pessoas aqui que estão até a preparar-se para se refrescar nesta água.
E lá ao fundo há alguns barcos que fazem passeios aqui na orla de João Pessoa.
E pode até parecer que estamos no mesmo lugar, só que acabámos de chegar à Praia do Cabo Branco.
Que é igual à outra, não é?
Sim. É, só que aqui parece que está um pouco mais movimentado, não é?
Sim, pois é. A Praia de Tambaú e a Praia de Cabo Branco, elas unem-se numa só.
Só vais saber que é a praia por causa da localização no mapa e também porque uma fica no bairro de Tambaú, a outra fica no bairro de Cabo Branco.
E olha só que interessante. Aqui há um trator que passa a limpar a areia da praia.
Este equipamento aqui atrás, olha, ele vai fazendo este trabalho.
Acho muito bom porque realmente não vês nenhuma sujidade espalhada, precisamente por causa desta máquina que faz este processo.
E a Praia do Cabo Branco, ela recebe este nome por causa daquela ponta ali, daquele costão.
Ele, que é o Cabo Branco, no passado os navegadores, quando chegaram aqui, chamavam estas encostas de cabos.
E como ele tem, ele é uma grande falésia, ela é toda esbranquiçada.
Então, eles diziam: 'Ah, ali, onde fica o Cabo Branco, é onde vamos', eles usavam como referência, não é, para poder atracar os navios.
Então, ficou com este nome de Praia do Cabo Branco.
E dissemos-vos que aqui na orla de João Pessoa não é permitido construir prédios muito altos.
Mas aqui no meu lado direito, conseguimos ver um bairro que tem prédios altíssimos, inclusive tem o maior prédio do Nordeste, não é?
Isso, é o maior do Nordeste, é o prédio Geneve, eu acho.
Exatamente. É difícil Geneves.
Isso, e fica no bairro chamado Altiplano.
Altiplano.
Aqui em João Pessoa.
Altiplano.
Aqui em João Pessoa.
Altiplano.
Aqui em João Pessoa.
Altiplano.
Aqui em João Pessoa.
Altiplano.
Aqui em João Pessoa.
Altiplano.
Aqui em João Pessoa.
Altiplano.
Aqui em João Pessoa.
Altiplano.
Aqui em João Pessoa.
Altiplano.
Aqui em João Pessoa.
Altiplano.
Aqui em João Pessoa.
Altiplano.
Aqui em João Pessoa.
Altiplano.
Aqui em João Pessoa.
Altiplano.
Aqui em João Pessoa.
Altiplano.
Aqui em João Pessoa.
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Aqui em João Pessoa.
Altiplano.
Aqui em João Pessoa.
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Aqui em João Pessoa.
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Aqui em João Pessoa.
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Aqui em João Pessoa.
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Aqui em João Pessoa.
Altiplano.
Aqui em João Pessoa.
Altiplano.
Aqui em João Pessoa.
Altiplano.
Aqui em João Pessoa.
Altiplano.
Aqui em João Pessoa.
Altiplano.
Aqui em João Pessoa.
Altiplano.
Aqui em João Pessoa.
Altiplano.
Aqui em João Pessoa.
Só que agora está decorado com uma grinalda de Natal, porque eles decoraram a cidade toda, não é?
Não é? Já está aqui no clima de Natal da cidade, acho que à noite acende as luzinhas também, porque está meio que a cobrir ali o nome.
Sim. Deve ficar bonito, mas aqui é o lugar onde toda a gente tira fotos para dizer que chegou a João Pessoa, não é?
E falando um pouco sobre esta questão de João Pessoa ser considerada a cidade onde o sol nasce primeiro.
Isso é por causa da posição geográfica onde fica a cidade.
Nós estamos no ponto mais oriental do continente americano. Na verdade, aqui é onde o sol nasce primeiro na América.
E por causa de estar localizada nesta região, acontece que às 4:45, antes das 5 da manhã, o sol já está a raiar por aqui.
O que é muito diferente de outras regiões do Brasil, de outras regiões do continente também. Aqui o pessoal já acorda antes de toda a gente.
E, como vos disse lá na praia, o Cabo Branco já foi considerado o ponto mais oriental das Américas.
Só que hoje é a Ponta do Seixas, que é uma praia, fica na Praia do Seixas, e é um pouco depois do Cabo Branco.
Dá para visitar, chegando lá, ali na hora do nascer do sol, provavelmente vai vê-lo a raiar antes de toda a gente.
E já que estamos a falar do sol, nada melhor do que se preparar bastante para enfrentar este calor, não é?
Com certeza. Inclusive hoje saí de casa preparada com o meu top da Insider, que tem um tecido macio, o que deixa a roupa muito confortável.
E é importante para não sentir muito calor, não é? Ele ajusta-se ao corpo, como estão a ver, mas não aperta. Além de não precisar de passar a ferro porque ele desamassa no corpo.
Inclusive, no último vídeo eu estava com esta mesma peça, mas na cor azul, e hoje estou com ela branca.
Há de várias cores no site, pode verificar no código QR que vamos deixar aqui no ecrã, e há de vários tamanhos também, além de outras peças maravilhosas que pode verificar aqui pelo código QR.
E eu não poderia também deixar de dizer que neste final de ano está a decorrer uma super promoção no site da Insider, que se utilizar o nosso cupão BigBF, garante 15% de desconto.
Mas juntando com os outros descontos que há no site, pode conseguir até 40%.
Então aproveite esta promoção para poder presentear alguém de quem gosta, ou até mesmo presentear-se a si próprio também, não é? Toda a gente aqui passou o ano inteiro a trabalhar imenso, merecemos uma prendinha no fim do ano.
Dê uma olhadela a todas as peças da Insider que tenho a certeza que vai gostar de alguma e começar a andar bonito pelo mundo como nós.
[Música]
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Mas bem, agora vamos sair um pouco da orla de João Pessoa e vamos entrar um pouco mais na cidade, conhecer aqui as ruas adjacentes.
Mostrar-vos porque a orla ali toda a gente já conhece, já sabe como é, tem muita informação sobre ela.
Mas esta parte da cidade, normalmente as pessoas não mostram, não é, não vêm para cá para poder filmar e nós, como já conhecemos bem João Pessoa, temos como passar a nossa visão da cidade para vocês.
Esta avenida é a Avenida Epitácio Pessoa, é uma das avenidas principais, eu diria até que é a principal da cidade.
Onde vão ver um fluxo de movimento bem intenso, os autocarros a passar, acabou de abrir o sinal aqui, e o tipo já está a passar ali na mota a falar, é uma parte diferente da cidade, não é?
É, é tão giro, não é, ver o movimento da cidade, como as pessoas vivem, o fluxo também.
E outra coisa que dá para notar assim que andamos duas ruas ali depois da orla, é o tamanho dos prédios, não é? Já consegue notar que aqui atrás, olha, já tem vários prédios mais altos do que na orla.
Sim, exatamente. Para cá tem um, ali tem outro também grandão. E olhe que nem estamos no setor onde tem os prédios mais altos, não é?
É, exatamente, que é no bairro Altiplano.
Exatamente, agora ela acertou o nome.
Eu ia dizer Altiplânico, mas algo...
realmente não é o de plano, que eu disse certo agora.
É isso.
Mas vamos continuar a caminhada.
Para cá, já veem que o som muda, o movimento também.
Mas é bom, não é, terem estas duas noções.
Que a cidade não é só a parte turística.
Também é a parte do setor de trabalho, de serviços, de comércio.
E uma impressão que é importante passarmos para vocês aqui sobre João Pessoa é sobre a segurança da cidade.
João Pessoa é uma capital do Nordeste, como já dissemos, a capital da Paraíba.
Mas também é a mais segura da região, a cidade mais segura do Nordeste.
E sentimo-nos sempre muito bem quando estamos por cá a gravar, a segurar a câmara, a andar por aqui, a conhecer.
Temos sempre uma impressão muito boa em relação à segurança.
Vemos policiamento, vemos as pessoas com o telemóvel na mão.
Obviamente, precisa de ter cuidado em qualquer lugar onde esteja; pode estar no país mais seguro do mundo, mas algo pode acontecer.
Só que aqui em João Pessoa sentimo-nos bem quanto a isso.
Bem, mas agora vamos continuar a seguir em frente por esta rua.
Porque vamos ao MAP, ao M.A.P., não é Mbappé, é M.A.P., o Mercado de Artesanato Paraibano.
Fica depois deste McDonald's que, por acaso, está a cheirar bem, não é? Está a cheirar a Big Mac. Não é, cheirosinho.
Nunca vi um McDonald's a exalar um cheiro assim.
Ou então é fome, acho que é fome.
É, espero, será que está mesmo a cheirar ou estás a pedir comida aí?
Provavelmente, mas depois almoçamos.
Vamos primeiro ao mercado, porque estamos perto e vai ser bom mostrar-vos.
Vamos atravessar aqui. Eita, lá vem o carro.
Ali, aquele é o Mercado de Artesanato Paraibano.
Va ser preciso atravessar só mais uma rua para poder chegar até ele.
E se estiver na Praia de Cabo Branco e Tambaú, consegue chegar aqui ao Mercado de Artesanato a pé, à vontade, é super fácil, bem rapidinho, uns três, quatro minutos.
É, se estiver na Praia de Manaíra também, é ainda mais fácil porque fica no bairro de Manaíra, que é outra praia famosa aqui da cidade.
Mas vamos lá, o movimento está bom, há pessoas.
Sim, o Mercado de Artesanato é o lugar onde o turista vem para levar a prenda para casa, não é? Levar a lembrança de João Pessoa, então provavelmente está a bombar.
Sim, pois é.
E é um lugar também para conhecer a cultura do local, saber como as pessoas fazem os seus artesanatos, conta a história.
Mas vamos lá, vamos lá que o negócio está animado.
Animado.
E olhem só, logo aqui na entrada há um mural com o dicionário nordestino, várias palavras aqui, que fazem parte do nosso vocabulário.
Renata, encontra uma aí que usamos bastante.
Nossa, deixa-me ver aqui, que usamos bastante.
Ah, deixa-me ver. Há 'pança', 'pança' é tipo barriga.
Barriga, mas acho que toda a gente usa a expressão 'pança'.
Ah.
'Oxente' também.
'Oxente' é o de sempre, não é?
É, dizemos mais 'oxe'.
Oxe.
Tipo, ah, como assim, dizemos 'oxe', não é isso, rapaz?
É, aqui tem até a diferenciação, olhem: 'oxente' é o mesmo que 'epa', expressão de espanto.
'Oxe' é o mesmo que 'oxente'.
Para ficar claro.
Mas assim, há muitas palavras aqui interessantes de se ver, há umas que nem me lembro, não é, que fazem parte do nosso vocabulário, que vamos dizendo no dia a dia e nem nos lembramos do significado.
Deixa-me ver aqui outra interessante.
Há uma aqui que é 'pai-légoa', que é quando uma coisa é porreira, legal, bacana.
Tipo, a Renata está com uma roupa hoje que é 'pai-légoa'.
Quer dizer que é uma roupa muito bonita.
É isso.
Há 'ruma' também que usamos para, que significa tipo muito, um monte, bastante.
Sim, olhem, 'ruma': grande porção, muito, um monte, uma pilha de coisas.
Tipo, a Renata tem uma...
Ele também foi candidato a vice-presidente do Brasil juntamente com Getúlio Vargas, ele seria vice de Getúlio Vargas.
E o mercado de artesanato paraibano, ele é bem grande, tem dois andares, olha.
Subimos aqui ao mais alto para vos poder mostrar como ele é visto de cima.
São dois ímanes.
Achei muito giro.
Muito bonitinhos, na verdade, há vários aqui, até é difícil escolher qual o mais bonitinho, olha.
Mas então, no meio desse processo, retiraram a dele e ele não pôde assumir.
Há uma praça de alimentação, as pessoas reunidas ali, mais lojinhas a vender os mesmos tipos de produtos.
Há até de colherzinha, olha.
Mas a história ficou tanto na bandeira quanto no nome da capital que leva o nome dele.
Olha.
Mas isso não é íman, não é?
É íman.
Ah, sim, ou seja, pode usar como íman ou como colher e garfo.
Bem, mas histórias à parte, chegámos aqui ao mercado, já estávamos, na verdade, não é, mas agora estamos a chegar ao local onde ficam as lojas.
Mas vamos continuar a nossa caça aqui por artesanatos.
uma de beleza, olha.
Então, quer dizer que sou muito da beleza.
Olha, vê como ela é metida, olha, até ela sabe, olha.
Estou com vergonha até.
Mas enfim, tem muitas palavras, podemos ver cada uma por aqui.
Sim, pois é.
Duvido que alguém use, isso é mais para enfeitar.
Vamos lá que a Renata está envergonhada.
Dá pena de usar.
Vamos embora.
E à frente do dicionário nordestino, há também a história da bandeira da Paraíba.
Que é uma bandeira diferente, tem escrita a palavra nego.
Vi que são mais de 120 lojas.
Além disso, tipo, o que é que se pode pegar com este garfinho aqui?
120?
A cidade de João Pessoa tem esse nome devido a um ex-governador daquele estado que se chamava João Pessoa, ele nasceu aqui na Paraíba.
E o mercado existe desde 1990.
Só uma sobremesazinha de criança.
Caramba.
Estão todas aqui do lado esquerdo da Renata.
Sim, verdade.
Mas é mais velho que eu.
Mas há vários tipos aqui, gente, olha, de todos os formatos e tamanhos.
Sim, mais velho que nós.
Olha, aqui há produtos de couro.
Já estivemos aqui, mas já faz um tempinho, não é?
E na época da política café com leite, que foi quando aqui no Brasil os presidentes alternavam entre serem paulistas ou mineiros, ele opôs-se a um dos nomes que foram indicados para presidir o país naquela época.
Ah, é verdade, é uma coisa muito típica daqui, não é, do Nordeste, encontrar produtos feitos de couro, dá para fazer malas, chapéus, sandálias.
Há da bandeirinha da Paraíba, deixem-me pegar aqui só para vos mostrar os detalhes, olha, é cheio de figuras em alto relevo representando o estado da Paraíba, toda a tradição.
Uns dois, uns dois anos, sim.
Sim, só viemos uma vez, então estamos a reconhecer aqui o mapa de novo, não é, para ver o que é que há.
Todo o tipo de coisa.
O que mais há, com certeza, é o que o nome já diz, produtos do artesanato paraibano.
Aqui é tipo uma, aquelas entradas, uma cortina, não é?
Ah, lindo.
Nossa, deve dar um trabalhão fazer peça por peça.
Há do letreiro, que vos mostrei no início do vídeo, este aqui, olha, o primeiro sol das Américas, o primeiro sol das Américas.
Já estão a ver que a Renata parece que encontrou alguma coisa.
E então ele colocou na bandeira da Paraíba essa palavra nego, representando que era oposição a esse nome, a esse governo que ia acontecer naquela época.
Caramba, recortar, não é, tudo.
Há ímanes aqui, adoro ímanes.
Ah, íman é o que as pessoas mais levam de recordação, não é?
Mas são muito lindas as coisas.
Estão a ver, olha, estou a passar a informação correta.
Olha as malas.
Sim, as malas são muito giras.
Olha este aqui.
Claro, quem só passa informação verídica.
Inclusive, uma história gira sobre este...
E olha estes aqui, que fofinhos, é um casal de cangaceiros, e em cima está escrito João Pessoa PB, e é feito de um tipo de material de biscuit, olha.
o tipo de desenho que é feito nas malas de couro aqui no nordeste
é que muita, muita da inspiração veio de povos do Médio Oriente que vieram para cá.
Sim. Não sei se te lembras, mas lá na Albânia havia uma arte muito parecida com esta.
Nossa, lembrei-me, é verdade, encontrávamos facilmente também coisas feitas de couro, não é?
Sim, pois é. E a Albânia é um país que visitámos nos Balcãs, ali no leste europeu, e não é Médio Oriente.
Mas sofreu uma influência muito grande, não é? No passado, eles tiveram os povos otomanos que vieram para lá,
povos árabes. E muitos desses povos também vieram para cá, para o nordeste.
Aí acabou que nestes detalhes de couro, nas artes, nos artesanatos, há também o mesmo tipo de inspiração.
O mundo, tu pensas que é grande, meu amigo, mas está todo misturado.
Esta aqui está cheia de preços, Renato, dá para mostrar melhor.
Tem um chapeuzinho aqui, ó. 10 reais.
Isso é o quê? Tipo um porta-chaves?
É, não estou a entender muito bem. Acho que é para pendurar no carro. É, não é porta-chaves, é para pendurar no carro, fazer algum enfeite em casa.
Sim, 10 reais. Preço bom também para levar de presente.
Várias malas muito bonitas. Olha esta redondinha aqui, meu amor.
Nossa, está linda. Até parece um sorriso, a cara de um palhaço a sorrir, não é?
Olho, sorriso, nariz. Muito legal. Ou de um bicho, tipo um tigre, alguma coisa.
É, a imaginação é que manda, depende do que estás a ver, mas é muito bonita.
Sim, demais. E aqui tem alguns preços, ó.
Esta aqui mais simplesinha, ó, 55 reais.
Tem esta aqui que está a custar 70 reais, no Pix ainda fica mais barato, ó.
5 reais de desconto. Olha aí, rapaz, quem é que está a dar 5 reais a alguém? Ninguém.
E esta aqui é 55 reais, ó, também, com alguns detalhes.
Uhm, muito bonita. Achei muito legal.
Bom, mas agora vamos descer porque, como vos mostrei, não tem só a parte de cima, tem a de baixo também.
Não a parte de cima, a parte de cima, porque lá em cima tem mais lojas.
E aqui em baixo também. Vamos para poder conhecer um pouco mais do mercado
de artesanato, mercado de artesanato paraibano.
Aqui em baixo é mais bonitinho, meu amor.
Não é? E aqui também tem mais coisas do que tem lá em cima, não é?
Só que vamos ver o que é que encontramos de diferente aqui também.
Com certeza. Eu vi aqui, Renata, vem cá, ó.
Uma loja que tem umas t-shirts com algumas frases engraçadas,
frases típicas também, não é, tradicionais que usamos aqui no nordeste.
Esta aqui, inclusive, já estou no prazo de usar, Renata.
Velho não!
Semi novo. Semi novo. Ah, legal, serve para nós os dois, não é? Porque temos a mesma idade.
E já cá tem algumas expressões que utilizamos, ó. Oxe, massa, viste, pronto.
Engraçado este negócio do do pronto, porque eu achava que toda a gente usava.
Mas usamos muito essa expressão pronto.
É, nem sei explicar como aplicamos na frase e qual o significado.
Assim, que dizemos: ah, está certo.
Agora pronto.
Então pronto.
Ou então quando a coisa, acabámos de fazer uma coisa, dizemos: pronto.
É isso. É, usamos mesmo. É meio que aleatório o uso do nosso pronto.
Pois é. E morámos em Portugal em 2019, ficámos lá por um ano, um pouco mais de um ano.
E lá eles usam muito também essa expressão pronto.
Então, provavelmente, veio da influência portuguesa, não é? Não sei, mas a maior chance é que seja essa.
E a Renata achou uma loja aqui muito legal com uns preços bons, ó. São produtos assim, bem trabalhados.
Ó, esta mantinha, a Renata disse que quer levar para casa. Mas, olha isto aqui, gente.
Jogo americano, sete peças por 15 reais. Caramba, muito bom.
E olha como é o trabalhinho dele, ó. É uma coisinha bem feita, ó.
Eu gostei deste aqui, douradinho.
Dourado, não é? Também achei legal para caramba. O preço foi o que mais me impressionou, porque estas coisas normalmente compradas assim, sem ser na internet, são caras.
Tem tapete também. São três tapetes por 20 reais.
Três por 20. E também do mesmo estilo, não é?
Sim, vamos ver como é aberto.
Olha aí, ó. É um tapetinho simples, mas bonito.
Vira-o, acho que o padrão está do outro lado, não?
Não, é só isso mesmo.
Ah, sim, é assim mesmo, simples, não é?
Também tem com padrão aqui, olha.
Bonitinho.
Olha lá.
Ah, tem um assim, mais estampado.
Ah, esta também é bonitinha.
Uau, muito fixe. Gostei.
E encontrámos aqui uma caixa que se chama Delícias do Sertão.
Que tem algumas comidinhas típicas, olha.
Tem o bolo de rolo.
O bolo de rolo, na verdade, é uma comida tradicional de Pernambuco, mas aqui na Paraíba também há muito.
Vende bastante, até tem a bandeirinha aqui, olha.
De Pernambuco.
É verdade, olha, está aqui, olha.
A bandeirinha de Pernambuco.
Também há os maiores aqui, olha.
Este custa...
24.
24 reais.
O bolo de rolo é muito bom, acho que seria bom até comprarmos um para podermos comer.
Sim, vamos levar, não é, para experimentar?
E olha esta cocada, que coisa bonita.
Caramba.
Esta cocada queimada é a que mais gosto.
Sim, e está com pedaços grandes de coco.
Quanto custa ali?
Não estou a ver. Sete, há de sete, de oito e de 10 reais.
Bom preço, não é?
Bem, deve ser 10 reais esta aqui, que é maior, não é?
Sim, maiorzinha.
Também há castanha.
Olha, rapaz, aqui diz, olha, manusear com cuidado, viu?
Nem vou pegar, então, que sou um pouco desastrada.
Não, pega aqui só para podermos mostrar, com cuidado conseguimos.
Esta é a castanha torrada, super tradicional aqui do Nordeste.
Esta é a mais tradicional sem sal, o que também é importante.
Há quem venda com sal, eu não gosto muito que ponham sal.
que lá no mapa não vendia. E o negócio está bonito, viu?
E nós já entrámos também.
Já entrámos e eu vi que tem seriguela.
Seriguela. É, nem sei se está na época. Se encontrarmos um frasco de seriguela, compramos.
Sim, porque a seriguela é uma fruta muito boa que também há no Ceará.
Os estados do Nordeste meio que partilham as suas frutas.
Haverá algumas específicas de cada estado, mas cada um às vezes tem o que há no outro.
É a mesma estação, não é, das frutas.
Sim. E vocês já estão a ver aqui os produtos.
Já estão a ouvir também a máquina que corta a carne.
Realmente é um local mais tradicional.
Olha este doce, Renata.
É rapadura.
É rapadura? É rapadura mista. É coco, goiaba e jaca.
Caramba, jaca.
Não é? Rapadura de jaca.
Caramba, nunca comi uma rapadura de jaca na minha vida.
Olha só, aqui também há umas castanhas para vender. Esta caramelizada custa 10 reais.
Com leite.
Esta é com sésamo, é?
Esta é com sésamo, é?
Sim, e também tem leite aqui.
Ah, é leite, leite.
Ah, então este é com leite.
Leite, caramba.
Qual? Esta maior?
Esta aqui, não é?
Levo uma mesmo. 9 reais.
Eu quero, eu gosto.
Acho que vou levar este de sésamo.
É? Está bem.
9 reais.
Sésamo é bom.
É...
Aceita Pix?
E este queijo é queijo o quê? É coalho, é?
Este é queijo coalho, este é de cabra e este é o de manteiga.
Este é o queijo manteiga, não é?
É quanto?
Este aqui é 42. 42. E este é 38.
38. Pega um pedaço, não é?
1 quilo, 1 quilo.
Está bem. Está bem melhor do que no supermercado, viu?
Sim, aqui já...
Não há nem como comparar, não é?
É mais caro, não é?
Sim, este por aí é 45.
É.
Muito obrigada.
Obrigada. Eu é que agradeço, viu? Tchau, tchau.
Comprámos aqui a nossa castanha caramelizada.
Mas o que me está a chamar a atenção aqui são as frutas.
Olha esta manga, gente.
Está bonito e está cheiroso, viu?
Nossa, o que cheira bem é o caju, pá.
O que está a cheirar mesmo aqui é o caju.
Não é? É a época do caju.
Aqui eles também vendem muito jambo.
Isso é jambo?
É jambo.
É difícil, não é, ver jambo?
Para vender sim, agora na rua é muito fácil.
Vemos muitas jambeiras, mas sem jambo.
É verdade.
Mas aqui tem jambo.
Caramba, comi muito jambo debaixo da jambeira.
Sim, nos colégios, principalmente, havia bastante, não é, quando éramos crianças, mas agora é difícil encontrar.
Quanto custa o jambo?
É 15.
15, só que jambo.
Eu queria mesmo era esta seriguela, não é?
É.
Eu queria mesmo era esta seriguela.
Quanto custa a seriguela?
15 também.
É seriguela.
É.
É jambo.
Não, queria seriguela.
Seriguelazinha.
Só que é o que eu gosto.
Não, está curado.
Isto aqui é cajá?
É um cajá.
Um bucajá, não é?
Um bucajá.
Parece com a seriguela, não é?
Parece, mas a polpa é diferente.
É.
É mais redondinho.
Mais redondinho, mais clarinho.
Este aqui é 25.
Não.
Mas tu, eu não gosto tanto de jambo.
Sim, também não.
Gosto mais da seriguela.
Hã?
E é o balde todo por 15?
Bom, aí é bom.
São estes mesmos, mais.
Só isso, meu querido.
Aceita Pix?
Olha aí o saco de jambo, de seriguela.
Bastante, olha.
Vai dar para nós isso.
Oh, seriguela nunca é muito, nunca é demais.
E é bom geladinho.
Geladinho, põe a gelar, depois, olha, é só diversão.
E o mercado, pelo que estamos a ver, vende as mesmas coisas.
Aqui tem castanha do Pará.
Tem um saco grande de castanha de caju torrada e natural.
Só que esta está até um pouco torradinha.
Tem uma abóbora aberta aqui, olha, cheia de sementes, essas sementes também dá para comer torradas, viu?
Olha, e tem só a castanha de caju separada aqui.
Ah, é.
A castanha.
Caramba, sem estar torrada ainda, não é?
Sim, abres e depois fritas, não é?
Sim, assas, tu assas.
Assas, não é? Eu já vi gente.
Fritar castanha, Renata?
É assar, eu sempre confundo.
Eu já vi gente que pensa que é para comer assim, como está.
Mas não pode.
É até estranha a textura.
Sim, tem que abrir e depois torrar a castanha.
Sim, pois é, é assim mesmo.
Meus amigos,
nós estávamos a partir para o nosso apartamento.
Só que nós já abrimos tanto o apetite neste vídeo que acabou por chegar a hora do almoço.
E aí nós parámos aqui no bairro Manaíra mesmo,
porque a Renata encontrou um sítio aleatoriamente para nós almoçarmos.
Eu coloquei no Google, não é, restaurante,
e acabou que ele deu este aqui que está atrás de mim, que era o mais perto de onde nós estávamos.
E foi uma surpresa, porque quando eu fui olhar as avaliações e o menu,
tinha lá a dizer que era buffet livre e custava um pouco mais de 20 reais.
É muito comum aqui em João Pessoa ter este tipo de buffet livre por este valor,
mas eu confesso que não é comum nós encontrarmos por este valor noutras capitais do Brasil, não é?
Geralmente, buffet livre custa a partir de 40, 50 reais.
É, 35 é o mais barato.
Este valor está muito bom.
Mas vamos entrar, comer e ver se a comida também é boa.
E olha só que bonitinho o restaurante.
Todo decorado.
E a gente vai ver como é que é o esquema.
A Renata falou que é buffet livre.
Self-service sem balança.
E vamos achar então a gôndola para poder a gente se servir.
Acho que é ali, estou a ver pelo vidro.
Já sinto o cheiro de comida.
É, tem um cheirinho de comida bom mesmo.
Nossa.
Olha!
Já tem aqui as saladas.
Caramba, muitas opções.
Demais.
Vou pegar aqui o meu pratinho.
É, aqui diz, olha.
Prato sem balança, 24 reais.
Tem também no peso, olha, que é 65.
E só a carne 75.
Eu estou impressionado com a quantidade de saladas que tem aqui neste buffet.
Nossa Senhora.
São saladas bonitas, não é?
E pratos bem grandes assim.
E eu adoro salada.
Principalmente aquelas mais verdinhas ali, olha.
E a Renata já está a apanhar aqui as verdinhas, viu?
Vem manga, vem muita coisa, viu?
O paraibano, assim como todo o nordestino, gosta de fartura na mesa, não é?
Não é?
E olha esta batata-doce aqui, com o quê?
Com páprica.
Bem temperadinho, não é?
Hum, parece bom.
Caramba, gostei.
E o que é isto aqui, Renata?
É banana?
É banana cozida.
É, cozida, frita.
Parece cozida, não é?
Parece cozida.
E tem de vários tipos, olha, tem chocolate lá em cima.
Acho que é chocolate.
Chocolate.
Ali parece leite em pó.
Caramba, vários tipos de banana cozida.
E tem esta daqui também, olha.
Na verdade, eu acho que é uma banana tipo cara mais lesada.
Uhum, vou pegar, não é, para ser o docinho, pelo menos.
Sim.
Olha essa daí que tem chocolate.
Só acho que vai misturar aqui com salgado.
Eu gosto.
Eu também gosto, não tenho problema.
É que na última vez que eu fui no self-service, eu misturei arroz com feijão.
E aí deu que falar nas redes sociais que não combinava.
Mas um fim tem que confiar, porque mistura tudo.
E aí o que importa é o sabor.
Com certeza.
Mas olha aqui, tem mais opções.
Olha o baiãozinho aqui, olha.
Hum.
Baião melado.
Parece o baião do Ceará.
É, vou pegar.
Caramba.
Lá no Ceará a gente tem um baião seco, que é só o feijão e arroz.
E tem esse baiãozinho melado com natas também.
E este está bonito.
Exatamente.
A gente coloca nata, queijo coalho, não é, no baião de lá.
Às vezes uma carne de sol.
É, depende do sítio que você vai.
Mas este aqui está a parecer também bom.
O teu prato está bonito, viu, Renata?
Oh, e eu acho que eu gostei.
Eu poderia ter pego uma comida típica da Paraíba e vai vir no baião.
Eu vou pegar, eu vou pegar.
Não é, um arroz com leite.
E este aqui está a parecer bom, olha a cremosidade.
Este aí é um arroz com leite, gente.
É uma comida típica daqui da Paraíba, do Rio Grande do Norte.
Eu vou pegar para a gente provar.
Pega, pega, vamos ver se está bom.
Vou pegar aqui um puré de mandioca.
Puré de mandioca, diferente, não é?
Não é?
Geralmente é de batata, não é?
Sim, pois é.
Normal.
Lembra um risoto.
Mas não, não é risoto, não tem nada a ver com risoto.
Ele é bem mais melado, dá para vocês verem.
Pela consistência, não é uma consistência de risoto.
Eita, caiu.
Mas bom, não é uma consistência de risoto.
É como se fosse realmente um creme misturado com o arroz.
É uma coisa muito gostosa, mas é salgada.
É gosto de arroz normal.
Hum.
Excelente.
Mas o arroz de leite fica muito melhor misturado com alguma carninha.
E eu peguei o fígado de boi aqui, não é, que ele não é aprovado por todos.
Mas para mim, ele é muito aprovado.
Eu aprendi a comer fígado de boi com a minha avó.
A minha avó fazia um fígado de boi e um fígado de frango.
Muito bom.
Então eu, sei lá, eu acho que eu tenho uma memória gustativa.
Sobre fígado de boi, aí eu acabo sempre pedindo em todos os lugares que a gente vai.
Hum.
E aí?
Bem molinho.
Hum.
Nossa.
Eu sou fã de fígado.
Quem fala mal é porque nunca comeu.
Eu comi e falo mal.
Nossa.
Foi se eu comer de novo.
É, talvez, faz tempo que eu não como.
Hum.
Aprovado.
Vou provar aqui, eu estou em dúvida do que é que eu vou experimentar primeiro.
Baiãozinho, Renata.
Vou pegar mais.
Farofinha, não pode faltar.
Tem farofa tradicional, farofa com açafrão e farofa de biscoito.
Farofa de biscoito.
Acho que é para experimentar.
Hum.
Pega aí.
Para experimentar.
Sim.
Pega só essa para diferenciar.
Acho que tem de pegar tudo o que é diferente.
Sim.
Nem cabe mais no meu prato.
Está cheião mesmo.
Nossa.
Mas tem de valer.
Tem de valer, não é?
Agora vou pegar a carne.
É, agora é a mistura.
E a mistura vem num pratinho separado.
Para poder não misturar aqui com a comida.
Ou seja, fica mais fartura ainda.
Sim.
Obrigada.
Pega aí.
Bora lá que só deu para montar o prato da Renata.
O meu está vazio aqui, ó.
Filmar e montar o prato não combina, não é?
Pronto, pratos montados, meus amigos.
O da Renata vocês já acompanharam todo o processo.
Só a carne que ela não falou, foi um filé de frango com uma carne...
Carne de quê?
Carne de panela.
Carne de panela, diferente.
Ou carne cozida.
É, pois é, na pressão, não é?
Uhum.
E aí, o meu, foi o que vocês não viram.
Eu coloquei o arroz de leite.
Esse, com os grãos mais vermelhos, é o bichão.
E peguei saladinha, uma outra salada ali que tem maionese.
A banana, farofinha.
E a minha opção de mistura foi essa, ó.
O frango cozido, galinha caipira cozida, e o fígado de boi.
Que a Renata sempre me cancela quando eu pego fígado de boi.
Eu comia fígado de boi.
Quando eu era criança, a minha mãe me obrigava, porque dizia que fazia bem.
Mas depois de adulta, não consigo mais comer.
Acho muito ruim.
E o prato do Daniel ficou bem mais bonito que o meu.
A gente tem de confessar que ele é bom a montar pratos.
Eu achava até que isso aqui era linguiça de tão bonitinho que ficou assim, ó.
Uhm.
Eu não achei não, gente.
Eu achei que o meu ficou igualzinho o da Renata, com algumas diferenças.
Acho que tu estás a valorizar demais o meu prato.
Não, colocou até um molhinho na salada que eu esqueci, ó.
Tem um molhinho aqui na salada, amarelo, tem isso.
Mostarda e azeite.
Esqueci de colocar molho na salada.
Enfim, você é dez.
A montar pratos.
Eu é que sou meio desesperada, indecisa e acabo não fazendo um prato bonitão.
Bom, a Renata disse para eu provar antes dela.
Então, bora partir aqui para o meu prato.
Eu vou começar já com o arroz de leite.
Sabes porquê?
Porque no último vídeo eu mostrei para vocês o arroz de leite.
Quando a gente estava a viajar até Natal.
Mas ele não tinha esses grãozinhos vermelhos, ó.
Este aqui é o mais tradicionalzinho.
Eu não sei se é arroz vermelho.
Mas é um grão mais, sei lá, mais encarnado.
Olha aqui.
Hum.
Bom.
E muita gente acha que o arroz de leite fica com um aspeto doce, não é, no paladar.
Mas não tem nada a ver com sabor de leite.
mais um para recordar o Ceará.
Não, vou experimentar o baiãozinho aqui com farofa de bolacha.
Farofa de bolacha. Pois é, diferente.
Eu vi que a diferença é que vem com uns pedaços de bolacha cream cracker.
É, pois é. Acho que é uma forma de fazer umas variações, não é, de farofa.
Sim, inclusive lá no Ceará chamamos bolacha cream cracker.
É, e aqui é bolacha.
Mas enfim, esta é uma guerra que existe no Brasil há muitos anos, não sei se um dia vai acabar, se é bolacha ou bolacha.
Eu acho que é bolacha.
Mas enfim, vamos provar aqui o nosso baiãozinho com farofa.
Uau, vai.
Hum, a consistência que estou a ver dele aqui é que está muito pegajoso.
Agora esta cor é diferente, no Ceará temos um mais branco, não é?
É, e também pomos bastante queijo e assim fica diferente, não é, o aspeto.
Mas este aqui está delicioso, tem um pedacinho de presunto, é?
Presunto, parece presunto.
Com presunto, é.
Legal.
O pessoal põe em arroz, não é? Aqui eles põem no baião.
Diferente.
Nossa, muito bom, delicioso, cremoso.
Está assim, um sabor perfeito, com a farofa então, dá aquela crocância perfeita e o puré de macaxeira, não é?
Vou provar aqui também convosco, o puré de macaxeira, ele tem um aspeto diferente do de batata, não é?
Ele parece mais uma cola assim, não é? É mais consistente.
É mais pegajoso, não é?
É, eu gosto muito de fazer puré de macaxeira, sopa de macaxeira, tudo o que tem macaxeira eu gosto.
Não é? E temos o costume de comer mais puré de batata, mas puré de jerimum também é bom.
E de macaxeira também, não é?
Jerimum que é a famosa abóbora, macaxeira que é a famosa mandioca, mandioca e aipim, não é?
Mais uma coisa no Brasil que tem vários nomes, não é?
Sim, pois é.
Lá vai.
Pega uma colherada grande.
Que essa quantidade não dá nem para sentires o sabor.
Mas o que estou a pegar, está meio que a cair.
É, mas é pegajoso.
Podes confiar.
Eita, rapaz.
Conseguem sentir o sabor desta deliciosa comida?
Eu comeria só o puré de macaxeira com farofa.
É muito bom.
E uma carninha.
É muito bom.
Delícia.
Muito bom. Só faltam mesmo agora as misturas, meu amor.
É, vou pegar uma carne cozida, não é, que é mais diferente do que o frango assado.
É, com certeza. A Renata pegou um franguinho na chapa e a carne cozida.
Vocês veem que é uma carne, é daquelas, tem muita luz aqui, meu amor.
Só traz um pouquinho para cá. Isso, outra coisa para vocês lidarem um dia que forem gravar é luz.
É, esta carne parece uma carne bem rústica, com uns pedacinhos de nervo e tudo mais.
A Renata vai ter um desafio porque ela gosta mais de uma carninha sem nervos.
É, eu não consigo mastigar o nervo, sabes? Fico a separar e depois tiro e consigo mastigar só a carne.
Mas o pedaço que peguei aqui, ó, desfiou, viste?
É, parece só de carne, não tem nervo.
Caramba.
Mistura tudo aí, põe ali uma farofinha.
Farofa. Eita, é assim que se come, meus amigos, é assim que se come.
Um pouquinho de baião, pedacinho de carne e farofa de bolacha ou bolacha.
Põe ali.
Oh, mulher para comer, viste?
Mastiga aí.
Calma que mastigo devagar.
Nossa, esta carne está muito boa. À medida que vou mastigando, vai desfiando na boca, sabes?
E com esta combinação de puré de macaxeira, com baião e a farofinha, nota 10 de 10.
Estava até aqui a falar com o Daniel que às vezes achamos que vamos pagar barato, não é, num restaurante e vamos comer mal.
Mas não, este aqui está de parabéns, viste? Estamos a pagar um valor bom e a comida é super boa, muita variedade, muito deliciosa.
É isso, padrão João Pessoa.
Não é?
Bem, pessoal.
Mudámos de cenário, estamos agora no apartamento que alugámos aqui em João Pessoa.
Viemos aqui tomar um banho, não é? Ficámos o dia inteiro a mostrar as atrações para vocês, a revisitar algumas aqui em João Pessoa.
E a aproveitar.
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